quinta-feira, 21 de julho de 2011

Hahahaha Adorei

Bom...esse post vou fazer com muito prazer! Essas são CRÍTICAS de uma ESTILISTA renomada JULIANA ARIZA, estilista e colunista do FAMOSIDADES...Se liga ai bando de piriguete, acham que estão arrasando né? Depois acham ruim serem chamadas de piriguetes, biscates...rs TOMA!


(Aqui ela falando da Joana Machado, uma personal que tem um corpão, essa sim tem um corpão e mesmo assim não significa que pode usar o que quiser!): "Perderam a calça da moça na hora da foto? Porque eu ainda não entendi essa saída de praia sem nada por baixo! Tudo bem que a personal de 30 anos tem um corpão, mas esse modelito é totalmente desnecessário - caso ela não queira ser chamada de piriguete. Além disso, nada a ver essa manga comprida e boca de sino, acabou criando um visual esquisito pois ela esta toda coberta em cima e pelada em baixo, entendeu? Esse cinto também não favoreceu, criou barriga e ficou brega assim caidinho. Ou marca a cintura alta ou a baixa; assim, onde Deus quiser, não rola".


(Aqui falando sobre a "inspiração" de muitas piriguetes, Raquel Pacheco, mais conhecida como Bruna Surfistinha...simplesmente DECADENTE!): "Mesmo deixando a antiga labuta, parece que a moça ainda não aprendeu a deixar de mostrar a barriga! Pela milésima vez, blusa curta mostrando a barriga é UÓ, não importa o quão sarada, linda e gostosa você seja! Com saia de couro então.. Jesus apaga a luz! Look nada a ver, as peças separadas são legais mas juntas não combinam e não valorizaram o corpo dela. E aprendam de uma vez: mostrar a barriga não é legal!"


(Aqui a estilista falando sobre Renata Banhara, símbolo de beleza para muitos...aqui não passa de algo OVER!): "O vestido parece ser bonito, mas juro que a única coisa que se vê aí é peito! Exagerou na prótese, hein, minha filha? Não ficou bom porque ao invés de valorizar o corpo ficou é chamativo demais e nada harmonioso. Temos pregas, manga comprida e bufante de um lado só, somadas à cor clara e ao super justo e curto = OVER! Game over!"


(HEHE Aqui ela está falando sobre Valesca Popozuda. Dispensa comentários...): "Na boa, daí só se salva o colarzinho de lacinho, que por sinal não combinou com nada dessa produção. O tomara-que-caia pink Geisy é medonho e não tem nada mais brega do que esse cinto com essas fivelas de plástico. Péssimo! Saia jeans justa não dá! Ainda mais curta desse jeito! A hora que ela abrir um pouquinho essas duas toras de perna vai rasgar tudo, e o bumbum siliconado vai ficar de fora, ou seja, vexame! Certeza que se não fosse proibido sair pelada na rua, ela sairia! Ufa, acabou!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A felicidade é o caminho...



Muitos passam a vida buscando a tão sonhada felicidade. Ocupam-se demais a procurando em pessoas, bens materiais, viagens, empregos.. e tornam-se incapazes de perceber que ela não está em exposição ou à venda como quase tudo por aí, mas está sim dentro de cada um de nós. A partir do momento que decidimos ser felizes nossa busca chega ao fim, já que a felicidade é o próprio caminho. Ser feliz consiste aproveitar nossos momentos com a alegria e a certeza de que são únicos e insubstituíveis. Acertar, errar, sorrir, chorar.. mas acima de tudo TENTAR, VIVER, LUTAR, ARRISCAR!! Pare de procurar inutilmente.. olhe para você mesmo, perceba tudo de bom que a vida te oferece e seja muito, muito feliz!! "A vida é o que acontece enquanto planejamos o futuro." [John Lennon]"

quinta-feira, 12 de maio de 2011

THE RETURN...



Ai ... estou voltando!
Essa semana já começo novamente!!!! E prometo (a mim mesma)não deixar de escrever ... nem que tenha que fazê-lo de madrugada! rs

Att...

yo!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Uma história, dois pontos de vista (|Português)

Autores: Mayara Martan e Marcelo Apablaza


Acordo em minha casa e o que vejo? Amanda ainda dormindo, o que significa que eu ganhei, novamente, o prêmio de “faça o café da manhã”, por ter acordado primeiro. Já sei o que devem estar pensando, não é assim que deveria acontecer. Não é o formato normal dos contos de fadas, nem das aventuras dos caçadores ou dos temidos piratas.. já imaginou se o Zorro tivesse que acordar e esquentar a água para o café? Bom, tampouco nos contos a amada, não prepara nada, princesas não fazem isso.
Me pego no meio do quarto pensando: “quem deveria estar preparando o café então?” Empregada doméstica? A mais feia e experiente, nos padrões da patroa. A mais simpática e jovem nos meus. Mas não sou muito a favor de ter alguém estranho dentro de casa, porque me agrada passear pela casa com minha cueca box...
Mas vamos ao banho para despertar de verdade e em seguida à cozinha. Toalhas que viviam no chão, na vida de solteiro, aprenderam rapidamente o seu lugar. Por que as calcinhas não fizeram o mesmo curso? Insistem em ficar penduradas no registro do chuveiro. Enfim, banhado e desperto, vou chegando até a cozinha. Devo confessar, adoro cozinhar, e Amanda sabe disso. O odor do café recém passado e das torradas prontas vão despertar ela, com seu lindo rosto amassado e um olhar que deixaria até James Bond em retaguarda. Depois da segunda xícara de café é possível conversar com ela.
Agora se esta cena acontece naqueles dias em que o dialogo é apenas monossilábico... é melhor nem tentar iniciar o diálogo. Simplesmente espere ela ditar as regras e, mentalmente anote as atividades recomendadas, respondendo “sim amor”, “Certo linda, deixa comigo!” e nada de pensar ou discutir ao mesmo tempo a posição que os nossos times ocupam na tabela do Brasileirão. Nesse exato momento entramos nas coisas bizarras e absurdas de se falar que nem eu entendo. Se unir a alguém torcedor de um time diferente do seu é porque, certamente, você gosta de viver perigosamente. Tem dias que a gente pede para que o flamengo dela ganhe e o tempo seja de “nuvens brancas” em casa... bom humor, ela fica um doce. Melhora até o sexo. Agora quando o meu grêmio perde, o que é raro, ela dança até em cima da mesa. Uma dança estranha... Pode lembrar aquelas das tribos africanas antes de comer a vítima.
Hoje de manhã comentei sobre a empregada e o café da manhã, e ela com o seu melhor ânimo e humor disse-me: para que, si o seu é tão bom?
Ao voltar ao banheiro para terminar de me arrumar, e sem respeitar meu espaço, ela entra e passa a mão no meu traseiro dizendo: lembra que dia é hoje? Putz, comecei a tremer inteiro. Que data filha da mãe eu esqueci agora? Qual a histórica comemoração que irá acontecer hoje a noite e que me fará pensar o dia inteiro, e ir de última hora ao centro comercial próximo ao trabalho para comprar uma lembrança? Usando meu melhor senso de humor e fazendo de conta que está tudo sob controle, muito bem pensado e medido, a respondo: sexta, amor...6 de novembro, por quê?
Eis que rapidamente ela ataca dizendo-me: ahhh porque hoje é o seu dia de levar o lixo, não se esqueça...
Voltando o filme...
De outro ponto de vista....
Hum, tenho trabalhado tanto ultimamente... me sinto cansada, mas amanhã ainda é sexta! Pelo menos não serei a dona do lixo e sim ele. Ai! Que sonho maravilhoso, lojas com muitas bolsas, vendedores, chocolates, massas, e eu nem engordo. Bem, neste sono estou mais bonita, na verdade estou gostosa! Ai nem quero acordar, que delícia. Café! Com certeza um café, e por sinal, em uma xícara de porcelana, reconheço de longe. Um cheirinho de café é tao bom... Café! Droga, perdi o horário. Lucas está fazendo o café da manhã. Que bom, porque odeio a idéia machista de que somente nós é que temos que acordar antes dos homens e deixar tudo pronto.
É melhor assim, que não me acorde quando ainda percebe que estou dormindo. Odeio ser acordada, principalmente porque ontem trabalhei até tarde em meus múltiplos trabalhos. Afinal a mulher tem doze vezes mais coisas para fazer que o homem. E faz sem reclamar a não ser que alguém faça alguma piadinha...sei ser tão irônia as vezes. Na verdade eu gosto de acordar sozinha, entende? Eu gosto de ter o meu tempo em silêncio, para assimilar tudo. Isso com calma e não respondendo perguntas idiotas do tipo “já acordou?”... Minha vontade era responder “não, você sabe, sou sonâmbula, só estou dando uma volta, mas logo vou para cama... Ou “dormiu demais é amor?”. Por mais fofo que possa parecer, é idiota. Não, não dormi. Fingi que estava dormindo só pra ver o que você ia fazer.
Hum, nada melhor que espreguiçar-me. Me dirijo ao banheiro e claro, a primeia coisa que vejo é o box aberto e o chão molhado, porque meu excelentíssimo marido certamente não sabe que banho se toma com o box fechado. Aliás, creio que o box deveria vir de fábrica com uma faixa de atenção dizendo “Chuveiro ligado, box fechado!”. Por enquano tenho que ir explicando ao meu querido marido que esforços repetitivos com o rodo me deixam com a coluna dolorida... se é que ele se importa com isso. Entro no banho e vejo que minha calcinha não está mais alí. Com certeza o meu dignissimo marido viu que estava seca e a colocou no monte de roupas que eu terei que passar quando voltar do trabalho. Claro porque a toalha que ele esqueceu anteontem no chão, eu fiz questão de deixar no chão! Isso para ele perceber que a toalha só fica seca e limpa se estiver estendida. Quando ele, ao chegar do trabalho, viu a toalha no chão e meio úmida, com aquele cheiro de cachorro molhado, e que seria com ela que ele teria que se secar, resolveu começar a estendê-la... Eu sei esinar também!
De roupão penso em como seria ótimo chegar em casa e ver tudo limpo e pronto. Teria que ser uma “secretária do lar” (agora não chamam mais empregadas domésticas...) decente, não muito joven, porque essas realmente não sabem trabalhar bem. Não precisa ser, necessariamente, bonita, mas apresentável. De preferência casada, porque não há nada no mundo mais chamativo que uma empregada, se é que me entendem. Principalmente quando se conhece o marido que se tem...conheço meu eleitorado. E sabendo que o Lucas gosta de andar con suas cuecas box pela casa de manhã...não seria muito auspicioso. Ao menos nessa hora ele deve se sentir o “Rei Leão” da casa... ha ha ha Creio quea sensação de liberdade o inspira... pelo menos a fazer o café da manhã, o que é ótimo. Esse cheiro de café está mexendo com minha imaginação. Me faz lembrar meu sonho, que estava bom, porém o pavor de acordar e lembrar que ainda é sexta-feira.
Chego na cozinha e tomo minhas duas xicaras de café, hoje com lete desnatado, porque me deu vontade. Lucas ia me dizer algo, mas eu o fitei com de um eito tão profundamente “comunicativo” que ele recuou. Quando estou naqueles dias que em que a cor vermelha é tão presente na vida de uma mulher, o que significa TPM, o diálgo é na verdade um monólogo: eu digo o que há para fazer, se não falar o silêncio deve perpetuar, até que EU o quebre... Porque os homens nunca entendem que uma mulher com TPM fica frágil e impaciente ao mesmo tempo??? Hormônios femininos são tão fortes em suas funções que nos deixam completamente intolerantes a tudo. E quando eu digo tudo...é tudo mesmo! Prefiro dizer e espero que ele anote guarde tudo mentalmente sem perguntar “como”, “onde”, “quanto”, “quando”, “o que” e muito menos “por que”. Aliás...homens não deveriam perguntar “Por que”... nunca. Menstruamos uma vez por mês...e nesses dias os homens não nos entendem...quer dizer, eles nunca nos entendem, mas nesse período, aí é que eles não entendem mesmo. Um exemplo foi esses dias atrás, que eu estava com fome e queria comer algo diferente. Lucas virou pra mim e disse “que tal irmos àquela pizzaria que você adora?”. Seria ótimo, se eu não estivesse com TPM e se eu não tivesse dito pra ele que queria ALGO DIFERENTEEEEEEEEE! Desisti de sair com ele, liguei pra minha amiga, que por sinal, também estava endiabrada... Fomos até o shiopping e tomamos sorvete. Uma gigantesca taça de sorvete de laka com cobertura de morango, flocos de arroz, morangos e tubinhos de chocolate. Lógico que isso depois de comermos um shawarma com muito molho de alho. Só as mulheres se entendem. E o Lucas? O Lucas foi comer a pizza dele...
Bom, após tomar minhas xícaras de café, Lucas me perguntou sobre a empregada. Não tenho certeza, mas estou chegando a conclusão que ele realmente está preocupado comigo, porque insite na idéia de contratar uma. Eu até concordei, mas deixei bem claro que o café da manhã dela eu descartei.
Ele foi terminar de arrumar-se enquanto eu lavava a louça do café pensando: “será que ele esqueceu que hoje é o dia dele levar o lixo para fora?”. Mesmo porque ele viu que ontem eu estava cansada e não pediu sequer se eu queria ajuda para limpar a casa. Pelo sim, pelo não, vou recordá-lo. Fui até o banheiro, o qual deixei seco e com o box fechado, e ironicamente perguntei sobre o dia de hoje. É incrível como eles ficam pálidos quando fazemos esse tipo de pergunta. Suam frio, a respiração fica ofegante. Eles siplesmente dão aquele sorriso amarelo e dizem sempre a mesma coisa: falam o dia da semana e a data. Contudo, tem sim, um motivo de comemoração, pois se completam duas semanas do meu novo emprego. Além dos atendimentos diários, comecei a escrever uma coluna em um diário sobre a minha especialidade. No dia em que entrei, que era para comemorarmos, faltou comunicação: não tive tempo de avisar ele antes dele combinar com os amigos para uma janta. Sempre que não tenho plantão vou junto, mas aquele dia eu não teria plantão e queria comemorar somente com ele. Enfim, fomos ao jantar deixamos nossa comemoração para sexta-feira, dia 6, ou seja, hoje.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Una história, dos miradas

Autores: Mayara Martan e Marcelo Apablaza


Despierto en mi casa, y lo que veo? Amanda aun durmiendo, significa que de nuevo gane el premio de “haga un desayuno para dos”, por haber despertado primero. Ya se lo que deben estar pensando. No es así que debería suceder, no es el formato normal de los cuentos de hadas, ni las aventuras de cazadores o de piratas temidos… ya pensó si el Zorro tuviera que despertar y calentar el agua del café? Bien, lo cierto es que tampoco la amada, en los cuentos prepara nada, princesas no hacen eso.
Me detengo en medio del cuarto… ¿quien debería estar preparando el desayuno, entonces? Empleada. La más fea y veterana, en los padrones de la patrona. Lo mas simpática y jovial en los míos. Pero no soy muy a favor de tener alguien extraño dentro de casa, cuando lo que me agrada es pasearme de mañana en slip box…
Allá vamos, al baño para despertar de verdad, y luego a la cocina. Toallas que vivian en el suelo, en la vida de soltero aprendieron rapidito su lugar. Porque será que los colales no hicieron el mismo curso? Insisten en seguir colgadas en el registro de la ducha. En fin, bañado, despertado, llegando a la cocina. Debo confesar que adoro cocinar, y Amanda lo sabe. Al olor del café recién colado, y las torradas listas, va despertar con su linda carita amasada, chascona, y una mirada que dejaría a James Bond en retaguardia. Después de la segunda taza de café es posible conversar con ella.
Ahora si esta escena pasa en aquel periodo mas del formato “ropa de Chaves”, entonces ni intente comenzar el dialogo, solo use el esquema del lenguaje mono… estéreo solo para los otros días. Ella dicta las órdenes, y uno debe anotar mentalmente las actividades encomendadas, diciendo “si amor”, ”bien pensado”, “linda, cierto, deja conmigo”, y nada de pensar al mismo tiempo la posición de nuestro equipo favorito en la tabla del campeonato.
Aquí entramos en aquellas bizarras, absurdas cosas de solo contarlas ni yo entiendo. Se unir a alguien siendo hincha del equipo contrario al suyo, es porque adora vivir en el peligro. Hay días que uno pide para que su Flamengo gané y el tiempo sea de nubes blancas en casa. Mejora hasta el sexo. Ahora cuando mi Grêmio pierde, lo que es raro, ella baila hasta encima de la mesa. En una danza que te recuerda las de tribus africanas antes de comer al explorador.
Hoy de mañana comente lo de la empleada y el desayuno, y ella, ya con mejor animo y humor me dice: ¿para que, si el suyo es tan rico?
Al volver al baño para terminar de arreglarme, y sin respetar mi espacio, ella entra y pasando su mano por mi trasero dice: amor, ¿recuerda que día es hoy?
Putz, comencé a temblar entero. ¿Que fecha hija de la reverenda me olvide ahora? ¿Cual fue la histórica conmemoración que ira suceder esta noche, que me hará pensar todo el día, y volar de ultima hora al centro comercial mas próximo del trabajo a comprar un recuerdo?
Usando mi mejor humor, y haciendo de cuenta que esta todo dominado, muy bien pensado y medido le respondo: viernes, amor… 6 de noviembre, ¿porque?
A lo que rápidamente ella ataca diciéndome: ahhhh porque es tu día de sacar la basura, no lo olvides...



RETROCEDIENDO LA PELICULA…
DEL OTRO PUNTO DE VISTA…
Hum, he trabajado tanto últimamente… me siento cansada, mas mañana todavía es viernes! Por lo menos no seré la dueña de la basura y si él. ¡Ay! Que sueño maravilloso, tiendas muchas bolsas, vendedores… chocolate, pastas… y yo ni engordo. Oye, en este sueño estoy hasta mas flaca, en la verdad mas deseable. ¡ay! Ni quiero despertar… que delicia. Con seguridad una taza de café como señal, reconozco la porcelana. Y el olorcito de café es tan bueno… café.
Chanfle, perdí el horario. Lucas ya esta haciendo el desayuno. Que bueno, porque odio la idea machista de que solamente nosotras es que tenemos que despertar antes de los hombres, dejar todo listito. Es mejor asi, que no me despierte cuando ve que aun estoy durmiendo. Odio ser despertada, principalmente porque ayer me quede hasta tarde en mis múltiples trabajos. Al final mujer tiene doce veces mas cosas para hacer que el hombre. Y hace sin reclamar a no ser que algún chistosito haga alguna broma… se ser tan irónica a veces. En la verdad me gusta despertar, ¿entiende? Me gusta de tener mi tiempo en silencio, hasta que asimile todo: termino del sueño, todo lo que hice ayer, lo que tengo que hacer hoy… Eso con calma, y no respondiendo preguntas idiotas del tipo: “¿Ya despertó?”,”No, tu sabes que yo soy sonámbula, solo estoy dando una vuelta, pero luego voy para la cama…”. O, “ durmió mucho, eh, amor”. Por más que sea delicada, es idiota. “No, no dormí. Fingí que estaba durmiendo solo para ver lo que tú ibas hacer”.
Hum, nada mejor que estirarse. Me dirijo al baño y claro… la primera cosa que veo es el box abierto y el suelo mojado, porque mi marido ciertamente no sabe que ducha se toma con el box cerrado. Creo hasta que el box poderla venir, ya de fabrica, con la facha de atención del tipo “ ¡ducha abierta, box cerrado!”. Mientras tengo que ir explicando a mi querido marido que esfuerzos repetitivos con goma de secar me dejan con la columna adolorida… si es que él se importa. Entro al baño y veo que mi colale no esta mas donde lo deje…
Con certeza mi querido esposo vio que ya estaba seco y lo coloco en el monte de ropas que yo tendré que planchar al llegar del trabajo. Claro, porque la toalla que él se olvidó anteayer en el suelo, yo hice cuestión de dejar en el suelo, para él percibir que la toalla solo seca si estuviera extendida, y no ensucia si quedar en el tendedero. Fue cuando él vio la toalla en el suelo y medio húmeda, con aquel olor de perro mojado, y que seria con ella que él tendría que secarse, resolvió comenzar a colgarla. Yo se enseñar también…
De salida de baño pienso que seria una belleza llegar en casa y tener todo listo. Tendría que ser una “secretaria del hogar” (ahora no se llaman empleadas domesticas…) decente, no muy joven, porque esas realmente no saben trabajar bien. Alguien con referencias. No necesita ser, necesariamente bonita, mas presentable… de preferencia casada, porque nada mas llamativo de que empleada, si es que me entienden. Principalmente cuando se conoce el marido que se tiene; conozco mi electorado… Y sabiendo que a Lucas le gusta andar con sus calzoncillos box por la casa de mañana. Creo que la sensación de libertad lo inspira… por lo menos a hacer el desayuno, que es optimo. Ese olor de café esta jugando con mi imaginación. Me hace recordar mi sueño, que estaba bueno y del pavor que fue despertar y saber que todavía es viernes.
Llego en la cocina y tomo mis dos tazas de café, hoy con leche desnatada, porque me dio ganas. Lucas iba me decir algo, pero con la mirada que le di al tomar la leche desnatada, fue tan profundamente “comunicativa” que él espero y se echo para atrás. Entonces preguntó sobre la domestica. Yo no sé, pero realmente creo que él esta preocupado conmigo, porque insiste en la idea de que podríamos contratar una. Yo hasta concuerdo, pero el desayuno de ella descartó, deje bien claro. Él fue terminar de arreglarse y mientras lavaba la loza quede pensando “¿será que él se olvidó que hoy es el día de él llevar las bolsas de basura para fuera?” igual porque ayer él me vio cansada y no pidió si yo quería ayuda para limpiar la casa. A pesar de eso, voy recordarlo.
Fui hasta el baño e irónicamente le pedí sobre el día de hoy. Es increíble como los hombres quedan pálidos cuando hacemos preguntas de ese tipo. Sudan frio, la respiración queda cortada. Y ellos simplemente sonríen de manera “amarilla” y dicen la fecha. A pesar de tener si un motivo de celebrar. Se completaba segunda semana de mi nuevo empleo: además de los atendimientos diarios, comencé a escribir mi columna en una diario sobre mi especialidad. Es claro, cuando comencé no habíamos tenido como celebrar. Lucas siempre adora de cenar con los amigos, y mientras no tengo turno, lo acompaño. En aquel día faltó comunicación, él combinó con los amigos y acabe yendo junto, mas queriendo que fuese algo solo nuestro. No fue posible. Lo dejamos para la próxima semana… o será hoy!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Os Quatis (Tributo a Freddie Mercury)

Composição: Fredy Mercury




Comprei um quati
Comprei dois quati
Comprei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Comprei os quatis
Comprei, minha coleção de quatis

Fugiu um quati
Fugiu dois quatis
Fugiu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Fugiu os quatis
Fugiu, minha coleção de quatis


Voltou um quati
Voltou dois quatis
Voltou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Voltou os quatis
Voltou, minha coleção de quatis


Morreu um quati
Morreu dois quatis
Morreu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Morreu os quatis
Morreu, minha coleção de quatis

Ressucitou um quati
Ressucitou dois quatis
Ressucitou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Ressucitou os quatis
Ressucitou, minha coleção de quatis

Empalhei um quati
Empalhei dois quatis
Empalhei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Empalhei os quatis
Empalhei, minha coleção de quatis
E
Vendi um quati
Vendi dois quatis
Vendi tres quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis

Vendi os quatis
Vendi, minha coleção de quatis
E comprei um sagüi...

domingo, 3 de maio de 2009

A nova tecnologia Descartável

Autora: Mayara Martan

“Vende-se máquina de última geração! Não é preciso energia elétrica, nem uma parafernália de fios nem impressora. Ao apertar suas teclas ela já imprime, automaticamente...” Sim... para você que já separou R$ 10 mil reais para comprá-la eu digo: parece piada, mas se trata de uma máquina de escrever. Econômica e com a mesma função do computador. Certo...meio exagerado, mas o fato é que é real. Já dizia um amigo meu...
Hoje a tecnologia nos ilude como uma paixão platônica. Nunca a alcançamos...quando pensamos que finalmente conseguimos, ela nos dá uma rasteira, nos mostrando que ela está muito longe de nós. Voltamos ao ponto inicial: o desejo de ter sem poder.
Lembro meus tempos de criança, quando meu avô mostrava aquelas maravilhosas velharias, como a televisão de madeira, pesada, enorme e com aquele chuvisco em cinco dos oito canais. Contudo, era só colocar uma esponja de aço na ponta daquela enorme antena e estava tudo resolvido! “Que maravilha de imagem”. Hoje temos televisores de incontáveis polegadas que sequer necessitam de uma estante de mogno comprada em dez parcelas nas Casas Bahia: são os televisores de plasma, com milímetros de espessura, gigantes e leves, sem chuvisco, sem antena, conectadas via satélite por sinais eletromagnéticos. É...a tecnologia é realmente extraordinária.
Que dizer dos telefones celulares que servem para tirar fotos de celebridades em momentos indiscretos, namorados em lugares que não deveriam estar, ou o primeiro sorriso do filho mais novo? Ah! Também é utilizado para falar, de vez em quando. Ao comprarmos o último Nokia ou Motorola, com tecnologia 3G, câmera de 5 mega pixels, com capacidade de armazenar 5000 números de telefone na agenda telefônica, mais um cartão adicional de 4 GB, com tela touch screem de 5 polegadas... No outro dia será lançado um modelo com no mínimo o dobro da capacidade por R$ 1000,00 a mais? E nos sentimos as pessoas mais imbecis do mundo, por não ter esperado, porque claro que iriam inventar algo melhor! O fato é que por mais que tentemos, nunca estaremos completamente com a ultima geração de celulares ou de notebooks, veículos com GPS ou câmbio automático. Sempre existirá algo melhor. Talvez a resposta para tudo isso seja: comprem esses bens duráveis até o próximo lançamento. E será logo... eu diria até “será logo depois que você fechar esta compra”.
Nossos avós compravam móveis e eletrodomésticos para a vida toda. Quem nunca viu aquela geladeira Prosdócimo azul com pezinhos de metal? Ou aquele forno elétrico que a vovó faz bolos incomparáveis? Passados de mãe para filha até poucos anos atrás? Hoje as pessoas compram sabendo que em pouco tempo irão comprar de novo algo melhor. Que seriam das lojas e funcionários se vendessem bens duráveis para toda a vida? O que venderiam depois? Sorvete seco na saída de algum estádio... Ou doce de abóbora? Deixa quieto...
É o mesmo que falar dos casamentos de hoje que podem ser definidos como impulsos estimulados pelo desejo carnal e pela paixão arrebatadora que mora nas curvas das mulheres e nas contas de banco dos homens. Os padres logo irão mudar o discurso de felizes para sempre e até que a morte os separe por “os declaro marido e mulher até que os advogados os separem”, ou “os declaro marido e mulher até que aquele pedaço de mal caminho da secretária diga sim para você Carlão, ou o Roberto marombado rato de academia vá trocar a lâmpada da sua casa Suzana”...mas isso fica para o próximo artigo...
Não quero, contudo, dizer que a tecnologia não é importante...o texto trata apenas do comportamento compulsivo das pessoas que pela ânsia de serem os primeiros a comprar o televisor de penúltima geração (porque a última geração nunca será feita...sempre terá uma geração posterior) corre para uma loja e faz uma dívida astronômica por um ano ou mais para se sentir bem por ter adquirido algo novo. Tudo é descartável hoje em dia, ou pelo menos é a idéia que nos querem passar.
Bom... Compulsivos ou não continuaremos com essa competição contra o mercado por toda a vida: quanto mais fabricarem, mais iremos acumular carnês em casa. Só espero que não aconteça como na moda: que a cada época volta aos anos anteriores. Imagina só você chegando com a super máquina que não utiliza energia nem precisa de impressora e a coloca do lado do seu super computador de última geração, porque a moda agora é outra? Com tantas idas e vindas, seria no mínimo hilário...mas real.