Autores: Mayara Martan e Marcelo Apablaza
Acordo em minha casa e o que vejo? Amanda ainda dormindo, o que significa que eu ganhei, novamente, o prêmio de “faça o café da manhã”, por ter acordado primeiro. Já sei o que devem estar pensando, não é assim que deveria acontecer. Não é o formato normal dos contos de fadas, nem das aventuras dos caçadores ou dos temidos piratas.. já imaginou se o Zorro tivesse que acordar e esquentar a água para o café? Bom, tampouco nos contos a amada, não prepara nada, princesas não fazem isso.
Me pego no meio do quarto pensando: “quem deveria estar preparando o café então?” Empregada doméstica? A mais feia e experiente, nos padrões da patroa. A mais simpática e jovem nos meus. Mas não sou muito a favor de ter alguém estranho dentro de casa, porque me agrada passear pela casa com minha cueca box...
Mas vamos ao banho para despertar de verdade e em seguida à cozinha. Toalhas que viviam no chão, na vida de solteiro, aprenderam rapidamente o seu lugar. Por que as calcinhas não fizeram o mesmo curso? Insistem em ficar penduradas no registro do chuveiro. Enfim, banhado e desperto, vou chegando até a cozinha. Devo confessar, adoro cozinhar, e Amanda sabe disso. O odor do café recém passado e das torradas prontas vão despertar ela, com seu lindo rosto amassado e um olhar que deixaria até James Bond em retaguarda. Depois da segunda xícara de café é possível conversar com ela.
Agora se esta cena acontece naqueles dias em que o dialogo é apenas monossilábico... é melhor nem tentar iniciar o diálogo. Simplesmente espere ela ditar as regras e, mentalmente anote as atividades recomendadas, respondendo “sim amor”, “Certo linda, deixa comigo!” e nada de pensar ou discutir ao mesmo tempo a posição que os nossos times ocupam na tabela do Brasileirão. Nesse exato momento entramos nas coisas bizarras e absurdas de se falar que nem eu entendo. Se unir a alguém torcedor de um time diferente do seu é porque, certamente, você gosta de viver perigosamente. Tem dias que a gente pede para que o flamengo dela ganhe e o tempo seja de “nuvens brancas” em casa... bom humor, ela fica um doce. Melhora até o sexo. Agora quando o meu grêmio perde, o que é raro, ela dança até em cima da mesa. Uma dança estranha... Pode lembrar aquelas das tribos africanas antes de comer a vítima.
Hoje de manhã comentei sobre a empregada e o café da manhã, e ela com o seu melhor ânimo e humor disse-me: para que, si o seu é tão bom?
Ao voltar ao banheiro para terminar de me arrumar, e sem respeitar meu espaço, ela entra e passa a mão no meu traseiro dizendo: lembra que dia é hoje? Putz, comecei a tremer inteiro. Que data filha da mãe eu esqueci agora? Qual a histórica comemoração que irá acontecer hoje a noite e que me fará pensar o dia inteiro, e ir de última hora ao centro comercial próximo ao trabalho para comprar uma lembrança? Usando meu melhor senso de humor e fazendo de conta que está tudo sob controle, muito bem pensado e medido, a respondo: sexta, amor...6 de novembro, por quê?
Eis que rapidamente ela ataca dizendo-me: ahhh porque hoje é o seu dia de levar o lixo, não se esqueça...
Voltando o filme...
De outro ponto de vista....
Hum, tenho trabalhado tanto ultimamente... me sinto cansada, mas amanhã ainda é sexta! Pelo menos não serei a dona do lixo e sim ele. Ai! Que sonho maravilhoso, lojas com muitas bolsas, vendedores, chocolates, massas, e eu nem engordo. Bem, neste sono estou mais bonita, na verdade estou gostosa! Ai nem quero acordar, que delícia. Café! Com certeza um café, e por sinal, em uma xícara de porcelana, reconheço de longe. Um cheirinho de café é tao bom... Café! Droga, perdi o horário. Lucas está fazendo o café da manhã. Que bom, porque odeio a idéia machista de que somente nós é que temos que acordar antes dos homens e deixar tudo pronto.
É melhor assim, que não me acorde quando ainda percebe que estou dormindo. Odeio ser acordada, principalmente porque ontem trabalhei até tarde em meus múltiplos trabalhos. Afinal a mulher tem doze vezes mais coisas para fazer que o homem. E faz sem reclamar a não ser que alguém faça alguma piadinha...sei ser tão irônia as vezes. Na verdade eu gosto de acordar sozinha, entende? Eu gosto de ter o meu tempo em silêncio, para assimilar tudo. Isso com calma e não respondendo perguntas idiotas do tipo “já acordou?”... Minha vontade era responder “não, você sabe, sou sonâmbula, só estou dando uma volta, mas logo vou para cama... Ou “dormiu demais é amor?”. Por mais fofo que possa parecer, é idiota. Não, não dormi. Fingi que estava dormindo só pra ver o que você ia fazer.
Hum, nada melhor que espreguiçar-me. Me dirijo ao banheiro e claro, a primeia coisa que vejo é o box aberto e o chão molhado, porque meu excelentíssimo marido certamente não sabe que banho se toma com o box fechado. Aliás, creio que o box deveria vir de fábrica com uma faixa de atenção dizendo “Chuveiro ligado, box fechado!”. Por enquano tenho que ir explicando ao meu querido marido que esforços repetitivos com o rodo me deixam com a coluna dolorida... se é que ele se importa com isso. Entro no banho e vejo que minha calcinha não está mais alí. Com certeza o meu dignissimo marido viu que estava seca e a colocou no monte de roupas que eu terei que passar quando voltar do trabalho. Claro porque a toalha que ele esqueceu anteontem no chão, eu fiz questão de deixar no chão! Isso para ele perceber que a toalha só fica seca e limpa se estiver estendida. Quando ele, ao chegar do trabalho, viu a toalha no chão e meio úmida, com aquele cheiro de cachorro molhado, e que seria com ela que ele teria que se secar, resolveu começar a estendê-la... Eu sei esinar também!
De roupão penso em como seria ótimo chegar em casa e ver tudo limpo e pronto. Teria que ser uma “secretária do lar” (agora não chamam mais empregadas domésticas...) decente, não muito joven, porque essas realmente não sabem trabalhar bem. Não precisa ser, necessariamente, bonita, mas apresentável. De preferência casada, porque não há nada no mundo mais chamativo que uma empregada, se é que me entendem. Principalmente quando se conhece o marido que se tem...conheço meu eleitorado. E sabendo que o Lucas gosta de andar con suas cuecas box pela casa de manhã...não seria muito auspicioso. Ao menos nessa hora ele deve se sentir o “Rei Leão” da casa... ha ha ha Creio quea sensação de liberdade o inspira... pelo menos a fazer o café da manhã, o que é ótimo. Esse cheiro de café está mexendo com minha imaginação. Me faz lembrar meu sonho, que estava bom, porém o pavor de acordar e lembrar que ainda é sexta-feira.
Chego na cozinha e tomo minhas duas xicaras de café, hoje com lete desnatado, porque me deu vontade. Lucas ia me dizer algo, mas eu o fitei com de um eito tão profundamente “comunicativo” que ele recuou. Quando estou naqueles dias que em que a cor vermelha é tão presente na vida de uma mulher, o que significa TPM, o diálgo é na verdade um monólogo: eu digo o que há para fazer, se não falar o silêncio deve perpetuar, até que EU o quebre... Porque os homens nunca entendem que uma mulher com TPM fica frágil e impaciente ao mesmo tempo??? Hormônios femininos são tão fortes em suas funções que nos deixam completamente intolerantes a tudo. E quando eu digo tudo...é tudo mesmo! Prefiro dizer e espero que ele anote guarde tudo mentalmente sem perguntar “como”, “onde”, “quanto”, “quando”, “o que” e muito menos “por que”. Aliás...homens não deveriam perguntar “Por que”... nunca. Menstruamos uma vez por mês...e nesses dias os homens não nos entendem...quer dizer, eles nunca nos entendem, mas nesse período, aí é que eles não entendem mesmo. Um exemplo foi esses dias atrás, que eu estava com fome e queria comer algo diferente. Lucas virou pra mim e disse “que tal irmos àquela pizzaria que você adora?”. Seria ótimo, se eu não estivesse com TPM e se eu não tivesse dito pra ele que queria ALGO DIFERENTEEEEEEEEE! Desisti de sair com ele, liguei pra minha amiga, que por sinal, também estava endiabrada... Fomos até o shiopping e tomamos sorvete. Uma gigantesca taça de sorvete de laka com cobertura de morango, flocos de arroz, morangos e tubinhos de chocolate. Lógico que isso depois de comermos um shawarma com muito molho de alho. Só as mulheres se entendem. E o Lucas? O Lucas foi comer a pizza dele...
Bom, após tomar minhas xícaras de café, Lucas me perguntou sobre a empregada. Não tenho certeza, mas estou chegando a conclusão que ele realmente está preocupado comigo, porque insite na idéia de contratar uma. Eu até concordei, mas deixei bem claro que o café da manhã dela eu descartei.
Ele foi terminar de arrumar-se enquanto eu lavava a louça do café pensando: “será que ele esqueceu que hoje é o dia dele levar o lixo para fora?”. Mesmo porque ele viu que ontem eu estava cansada e não pediu sequer se eu queria ajuda para limpar a casa. Pelo sim, pelo não, vou recordá-lo. Fui até o banheiro, o qual deixei seco e com o box fechado, e ironicamente perguntei sobre o dia de hoje. É incrível como eles ficam pálidos quando fazemos esse tipo de pergunta. Suam frio, a respiração fica ofegante. Eles siplesmente dão aquele sorriso amarelo e dizem sempre a mesma coisa: falam o dia da semana e a data. Contudo, tem sim, um motivo de comemoração, pois se completam duas semanas do meu novo emprego. Além dos atendimentos diários, comecei a escrever uma coluna em um diário sobre a minha especialidade. No dia em que entrei, que era para comemorarmos, faltou comunicação: não tive tempo de avisar ele antes dele combinar com os amigos para uma janta. Sempre que não tenho plantão vou junto, mas aquele dia eu não teria plantão e queria comemorar somente com ele. Enfim, fomos ao jantar deixamos nossa comemoração para sexta-feira, dia 6, ou seja, hoje.
MEUUUU ESPAÇOOOO! Este blog foi feito com a intenção de publicar meus pensamentos, poemas que gosto, musicas, informações, entrevistas interessantes...enfim...na medida do possivel irei adicionando... Gosto de escrever e este é um espaço para meus desabafos tbm!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Una história, dos miradas
Autores: Mayara Martan e Marcelo Apablaza
Despierto en mi casa, y lo que veo? Amanda aun durmiendo, significa que de nuevo gane el premio de “haga un desayuno para dos”, por haber despertado primero. Ya se lo que deben estar pensando. No es así que debería suceder, no es el formato normal de los cuentos de hadas, ni las aventuras de cazadores o de piratas temidos… ya pensó si el Zorro tuviera que despertar y calentar el agua del café? Bien, lo cierto es que tampoco la amada, en los cuentos prepara nada, princesas no hacen eso.
Me detengo en medio del cuarto… ¿quien debería estar preparando el desayuno, entonces? Empleada. La más fea y veterana, en los padrones de la patrona. Lo mas simpática y jovial en los míos. Pero no soy muy a favor de tener alguien extraño dentro de casa, cuando lo que me agrada es pasearme de mañana en slip box…
Allá vamos, al baño para despertar de verdad, y luego a la cocina. Toallas que vivian en el suelo, en la vida de soltero aprendieron rapidito su lugar. Porque será que los colales no hicieron el mismo curso? Insisten en seguir colgadas en el registro de la ducha. En fin, bañado, despertado, llegando a la cocina. Debo confesar que adoro cocinar, y Amanda lo sabe. Al olor del café recién colado, y las torradas listas, va despertar con su linda carita amasada, chascona, y una mirada que dejaría a James Bond en retaguardia. Después de la segunda taza de café es posible conversar con ella.
Ahora si esta escena pasa en aquel periodo mas del formato “ropa de Chaves”, entonces ni intente comenzar el dialogo, solo use el esquema del lenguaje mono… estéreo solo para los otros días. Ella dicta las órdenes, y uno debe anotar mentalmente las actividades encomendadas, diciendo “si amor”, ”bien pensado”, “linda, cierto, deja conmigo”, y nada de pensar al mismo tiempo la posición de nuestro equipo favorito en la tabla del campeonato.
Aquí entramos en aquellas bizarras, absurdas cosas de solo contarlas ni yo entiendo. Se unir a alguien siendo hincha del equipo contrario al suyo, es porque adora vivir en el peligro. Hay días que uno pide para que su Flamengo gané y el tiempo sea de nubes blancas en casa. Mejora hasta el sexo. Ahora cuando mi Grêmio pierde, lo que es raro, ella baila hasta encima de la mesa. En una danza que te recuerda las de tribus africanas antes de comer al explorador.
Hoy de mañana comente lo de la empleada y el desayuno, y ella, ya con mejor animo y humor me dice: ¿para que, si el suyo es tan rico?
Al volver al baño para terminar de arreglarme, y sin respetar mi espacio, ella entra y pasando su mano por mi trasero dice: amor, ¿recuerda que día es hoy?
Putz, comencé a temblar entero. ¿Que fecha hija de la reverenda me olvide ahora? ¿Cual fue la histórica conmemoración que ira suceder esta noche, que me hará pensar todo el día, y volar de ultima hora al centro comercial mas próximo del trabajo a comprar un recuerdo?
Usando mi mejor humor, y haciendo de cuenta que esta todo dominado, muy bien pensado y medido le respondo: viernes, amor… 6 de noviembre, ¿porque?
A lo que rápidamente ella ataca diciéndome: ahhhh porque es tu día de sacar la basura, no lo olvides...
RETROCEDIENDO LA PELICULA…
DEL OTRO PUNTO DE VISTA…
Hum, he trabajado tanto últimamente… me siento cansada, mas mañana todavía es viernes! Por lo menos no seré la dueña de la basura y si él. ¡Ay! Que sueño maravilloso, tiendas muchas bolsas, vendedores… chocolate, pastas… y yo ni engordo. Oye, en este sueño estoy hasta mas flaca, en la verdad mas deseable. ¡ay! Ni quiero despertar… que delicia. Con seguridad una taza de café como señal, reconozco la porcelana. Y el olorcito de café es tan bueno… café.
Chanfle, perdí el horario. Lucas ya esta haciendo el desayuno. Que bueno, porque odio la idea machista de que solamente nosotras es que tenemos que despertar antes de los hombres, dejar todo listito. Es mejor asi, que no me despierte cuando ve que aun estoy durmiendo. Odio ser despertada, principalmente porque ayer me quede hasta tarde en mis múltiples trabajos. Al final mujer tiene doce veces mas cosas para hacer que el hombre. Y hace sin reclamar a no ser que algún chistosito haga alguna broma… se ser tan irónica a veces. En la verdad me gusta despertar, ¿entiende? Me gusta de tener mi tiempo en silencio, hasta que asimile todo: termino del sueño, todo lo que hice ayer, lo que tengo que hacer hoy… Eso con calma, y no respondiendo preguntas idiotas del tipo: “¿Ya despertó?”,”No, tu sabes que yo soy sonámbula, solo estoy dando una vuelta, pero luego voy para la cama…”. O, “ durmió mucho, eh, amor”. Por más que sea delicada, es idiota. “No, no dormí. Fingí que estaba durmiendo solo para ver lo que tú ibas hacer”.
Hum, nada mejor que estirarse. Me dirijo al baño y claro… la primera cosa que veo es el box abierto y el suelo mojado, porque mi marido ciertamente no sabe que ducha se toma con el box cerrado. Creo hasta que el box poderla venir, ya de fabrica, con la facha de atención del tipo “ ¡ducha abierta, box cerrado!”. Mientras tengo que ir explicando a mi querido marido que esfuerzos repetitivos con goma de secar me dejan con la columna adolorida… si es que él se importa. Entro al baño y veo que mi colale no esta mas donde lo deje…
Con certeza mi querido esposo vio que ya estaba seco y lo coloco en el monte de ropas que yo tendré que planchar al llegar del trabajo. Claro, porque la toalla que él se olvidó anteayer en el suelo, yo hice cuestión de dejar en el suelo, para él percibir que la toalla solo seca si estuviera extendida, y no ensucia si quedar en el tendedero. Fue cuando él vio la toalla en el suelo y medio húmeda, con aquel olor de perro mojado, y que seria con ella que él tendría que secarse, resolvió comenzar a colgarla. Yo se enseñar también…
De salida de baño pienso que seria una belleza llegar en casa y tener todo listo. Tendría que ser una “secretaria del hogar” (ahora no se llaman empleadas domesticas…) decente, no muy joven, porque esas realmente no saben trabajar bien. Alguien con referencias. No necesita ser, necesariamente bonita, mas presentable… de preferencia casada, porque nada mas llamativo de que empleada, si es que me entienden. Principalmente cuando se conoce el marido que se tiene; conozco mi electorado… Y sabiendo que a Lucas le gusta andar con sus calzoncillos box por la casa de mañana. Creo que la sensación de libertad lo inspira… por lo menos a hacer el desayuno, que es optimo. Ese olor de café esta jugando con mi imaginación. Me hace recordar mi sueño, que estaba bueno y del pavor que fue despertar y saber que todavía es viernes.
Llego en la cocina y tomo mis dos tazas de café, hoy con leche desnatada, porque me dio ganas. Lucas iba me decir algo, pero con la mirada que le di al tomar la leche desnatada, fue tan profundamente “comunicativa” que él espero y se echo para atrás. Entonces preguntó sobre la domestica. Yo no sé, pero realmente creo que él esta preocupado conmigo, porque insiste en la idea de que podríamos contratar una. Yo hasta concuerdo, pero el desayuno de ella descartó, deje bien claro. Él fue terminar de arreglarse y mientras lavaba la loza quede pensando “¿será que él se olvidó que hoy es el día de él llevar las bolsas de basura para fuera?” igual porque ayer él me vio cansada y no pidió si yo quería ayuda para limpiar la casa. A pesar de eso, voy recordarlo.
Fui hasta el baño e irónicamente le pedí sobre el día de hoy. Es increíble como los hombres quedan pálidos cuando hacemos preguntas de ese tipo. Sudan frio, la respiración queda cortada. Y ellos simplemente sonríen de manera “amarilla” y dicen la fecha. A pesar de tener si un motivo de celebrar. Se completaba segunda semana de mi nuevo empleo: además de los atendimientos diarios, comencé a escribir mi columna en una diario sobre mi especialidad. Es claro, cuando comencé no habíamos tenido como celebrar. Lucas siempre adora de cenar con los amigos, y mientras no tengo turno, lo acompaño. En aquel día faltó comunicación, él combinó con los amigos y acabe yendo junto, mas queriendo que fuese algo solo nuestro. No fue posible. Lo dejamos para la próxima semana… o será hoy!
Despierto en mi casa, y lo que veo? Amanda aun durmiendo, significa que de nuevo gane el premio de “haga un desayuno para dos”, por haber despertado primero. Ya se lo que deben estar pensando. No es así que debería suceder, no es el formato normal de los cuentos de hadas, ni las aventuras de cazadores o de piratas temidos… ya pensó si el Zorro tuviera que despertar y calentar el agua del café? Bien, lo cierto es que tampoco la amada, en los cuentos prepara nada, princesas no hacen eso.
Me detengo en medio del cuarto… ¿quien debería estar preparando el desayuno, entonces? Empleada. La más fea y veterana, en los padrones de la patrona. Lo mas simpática y jovial en los míos. Pero no soy muy a favor de tener alguien extraño dentro de casa, cuando lo que me agrada es pasearme de mañana en slip box…
Allá vamos, al baño para despertar de verdad, y luego a la cocina. Toallas que vivian en el suelo, en la vida de soltero aprendieron rapidito su lugar. Porque será que los colales no hicieron el mismo curso? Insisten en seguir colgadas en el registro de la ducha. En fin, bañado, despertado, llegando a la cocina. Debo confesar que adoro cocinar, y Amanda lo sabe. Al olor del café recién colado, y las torradas listas, va despertar con su linda carita amasada, chascona, y una mirada que dejaría a James Bond en retaguardia. Después de la segunda taza de café es posible conversar con ella.
Ahora si esta escena pasa en aquel periodo mas del formato “ropa de Chaves”, entonces ni intente comenzar el dialogo, solo use el esquema del lenguaje mono… estéreo solo para los otros días. Ella dicta las órdenes, y uno debe anotar mentalmente las actividades encomendadas, diciendo “si amor”, ”bien pensado”, “linda, cierto, deja conmigo”, y nada de pensar al mismo tiempo la posición de nuestro equipo favorito en la tabla del campeonato.
Aquí entramos en aquellas bizarras, absurdas cosas de solo contarlas ni yo entiendo. Se unir a alguien siendo hincha del equipo contrario al suyo, es porque adora vivir en el peligro. Hay días que uno pide para que su Flamengo gané y el tiempo sea de nubes blancas en casa. Mejora hasta el sexo. Ahora cuando mi Grêmio pierde, lo que es raro, ella baila hasta encima de la mesa. En una danza que te recuerda las de tribus africanas antes de comer al explorador.
Hoy de mañana comente lo de la empleada y el desayuno, y ella, ya con mejor animo y humor me dice: ¿para que, si el suyo es tan rico?
Al volver al baño para terminar de arreglarme, y sin respetar mi espacio, ella entra y pasando su mano por mi trasero dice: amor, ¿recuerda que día es hoy?
Putz, comencé a temblar entero. ¿Que fecha hija de la reverenda me olvide ahora? ¿Cual fue la histórica conmemoración que ira suceder esta noche, que me hará pensar todo el día, y volar de ultima hora al centro comercial mas próximo del trabajo a comprar un recuerdo?
Usando mi mejor humor, y haciendo de cuenta que esta todo dominado, muy bien pensado y medido le respondo: viernes, amor… 6 de noviembre, ¿porque?
A lo que rápidamente ella ataca diciéndome: ahhhh porque es tu día de sacar la basura, no lo olvides...
RETROCEDIENDO LA PELICULA…
DEL OTRO PUNTO DE VISTA…
Hum, he trabajado tanto últimamente… me siento cansada, mas mañana todavía es viernes! Por lo menos no seré la dueña de la basura y si él. ¡Ay! Que sueño maravilloso, tiendas muchas bolsas, vendedores… chocolate, pastas… y yo ni engordo. Oye, en este sueño estoy hasta mas flaca, en la verdad mas deseable. ¡ay! Ni quiero despertar… que delicia. Con seguridad una taza de café como señal, reconozco la porcelana. Y el olorcito de café es tan bueno… café.
Chanfle, perdí el horario. Lucas ya esta haciendo el desayuno. Que bueno, porque odio la idea machista de que solamente nosotras es que tenemos que despertar antes de los hombres, dejar todo listito. Es mejor asi, que no me despierte cuando ve que aun estoy durmiendo. Odio ser despertada, principalmente porque ayer me quede hasta tarde en mis múltiples trabajos. Al final mujer tiene doce veces mas cosas para hacer que el hombre. Y hace sin reclamar a no ser que algún chistosito haga alguna broma… se ser tan irónica a veces. En la verdad me gusta despertar, ¿entiende? Me gusta de tener mi tiempo en silencio, hasta que asimile todo: termino del sueño, todo lo que hice ayer, lo que tengo que hacer hoy… Eso con calma, y no respondiendo preguntas idiotas del tipo: “¿Ya despertó?”,”No, tu sabes que yo soy sonámbula, solo estoy dando una vuelta, pero luego voy para la cama…”. O, “ durmió mucho, eh, amor”. Por más que sea delicada, es idiota. “No, no dormí. Fingí que estaba durmiendo solo para ver lo que tú ibas hacer”.
Hum, nada mejor que estirarse. Me dirijo al baño y claro… la primera cosa que veo es el box abierto y el suelo mojado, porque mi marido ciertamente no sabe que ducha se toma con el box cerrado. Creo hasta que el box poderla venir, ya de fabrica, con la facha de atención del tipo “ ¡ducha abierta, box cerrado!”. Mientras tengo que ir explicando a mi querido marido que esfuerzos repetitivos con goma de secar me dejan con la columna adolorida… si es que él se importa. Entro al baño y veo que mi colale no esta mas donde lo deje…
Con certeza mi querido esposo vio que ya estaba seco y lo coloco en el monte de ropas que yo tendré que planchar al llegar del trabajo. Claro, porque la toalla que él se olvidó anteayer en el suelo, yo hice cuestión de dejar en el suelo, para él percibir que la toalla solo seca si estuviera extendida, y no ensucia si quedar en el tendedero. Fue cuando él vio la toalla en el suelo y medio húmeda, con aquel olor de perro mojado, y que seria con ella que él tendría que secarse, resolvió comenzar a colgarla. Yo se enseñar también…
De salida de baño pienso que seria una belleza llegar en casa y tener todo listo. Tendría que ser una “secretaria del hogar” (ahora no se llaman empleadas domesticas…) decente, no muy joven, porque esas realmente no saben trabajar bien. Alguien con referencias. No necesita ser, necesariamente bonita, mas presentable… de preferencia casada, porque nada mas llamativo de que empleada, si es que me entienden. Principalmente cuando se conoce el marido que se tiene; conozco mi electorado… Y sabiendo que a Lucas le gusta andar con sus calzoncillos box por la casa de mañana. Creo que la sensación de libertad lo inspira… por lo menos a hacer el desayuno, que es optimo. Ese olor de café esta jugando con mi imaginación. Me hace recordar mi sueño, que estaba bueno y del pavor que fue despertar y saber que todavía es viernes.
Llego en la cocina y tomo mis dos tazas de café, hoy con leche desnatada, porque me dio ganas. Lucas iba me decir algo, pero con la mirada que le di al tomar la leche desnatada, fue tan profundamente “comunicativa” que él espero y se echo para atrás. Entonces preguntó sobre la domestica. Yo no sé, pero realmente creo que él esta preocupado conmigo, porque insiste en la idea de que podríamos contratar una. Yo hasta concuerdo, pero el desayuno de ella descartó, deje bien claro. Él fue terminar de arreglarse y mientras lavaba la loza quede pensando “¿será que él se olvidó que hoy es el día de él llevar las bolsas de basura para fuera?” igual porque ayer él me vio cansada y no pidió si yo quería ayuda para limpiar la casa. A pesar de eso, voy recordarlo.
Fui hasta el baño e irónicamente le pedí sobre el día de hoy. Es increíble como los hombres quedan pálidos cuando hacemos preguntas de ese tipo. Sudan frio, la respiración queda cortada. Y ellos simplemente sonríen de manera “amarilla” y dicen la fecha. A pesar de tener si un motivo de celebrar. Se completaba segunda semana de mi nuevo empleo: además de los atendimientos diarios, comencé a escribir mi columna en una diario sobre mi especialidad. Es claro, cuando comencé no habíamos tenido como celebrar. Lucas siempre adora de cenar con los amigos, y mientras no tengo turno, lo acompaño. En aquel día faltó comunicación, él combinó con los amigos y acabe yendo junto, mas queriendo que fuese algo solo nuestro. No fue posible. Lo dejamos para la próxima semana… o será hoy!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Os Quatis (Tributo a Freddie Mercury)
Composição: Fredy Mercury

Comprei um quati
Comprei dois quati
Comprei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Comprei os quatis
Comprei, minha coleção de quatis
Fugiu um quati
Fugiu dois quatis
Fugiu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Fugiu os quatis
Fugiu, minha coleção de quatis

Voltou um quati
Voltou dois quatis
Voltou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Voltou os quatis
Voltou, minha coleção de quatis

Morreu um quati
Morreu dois quatis
Morreu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Morreu os quatis
Morreu, minha coleção de quatis
Ressucitou um quati
Ressucitou dois quatis
Ressucitou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Ressucitou os quatis
Ressucitou, minha coleção de quatis
Empalhei um quati
Empalhei dois quatis
Empalhei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Empalhei os quatis
Empalhei, minha coleção de quatis
E
Vendi um quati
Vendi dois quatis
Vendi tres quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Vendi os quatis
Vendi, minha coleção de quatis
E comprei um sagüi...

Comprei um quati
Comprei dois quati
Comprei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Comprei os quatis
Comprei, minha coleção de quatis
Fugiu um quati
Fugiu dois quatis
Fugiu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Fugiu os quatis
Fugiu, minha coleção de quatis

Voltou um quati
Voltou dois quatis
Voltou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Voltou os quatis
Voltou, minha coleção de quatis

Morreu um quati
Morreu dois quatis
Morreu três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Morreu os quatis
Morreu, minha coleção de quatis
Ressucitou um quati
Ressucitou dois quatis
Ressucitou três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Ressucitou os quatis
Ressucitou, minha coleção de quatis
Empalhei um quati
Empalhei dois quatis
Empalhei três quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Empalhei os quatis
Empalhei, minha coleção de quatis
E
Vendi um quati
Vendi dois quatis
Vendi tres quatis, quatro quatis, cinco quatis, seis quatis, sete quatis
Vendi os quatis
Vendi, minha coleção de quatis
E comprei um sagüi...
domingo, 3 de maio de 2009
A nova tecnologia Descartável
Autora: Mayara Martan
“Vende-se máquina de última geração! Não é preciso energia elétrica, nem uma parafernália de fios nem impressora. Ao apertar suas teclas ela já imprime, automaticamente...” Sim... para você que já separou R$ 10 mil reais para comprá-la eu digo: parece piada, mas se trata de uma máquina de escrever. Econômica e com a mesma função do computador. Certo...meio exagerado, mas o fato é que é real. Já dizia um amigo meu...
Hoje a tecnologia nos ilude como uma paixão platônica. Nunca a alcançamos...quando pensamos que finalmente conseguimos, ela nos dá uma rasteira, nos mostrando que ela está muito longe de nós. Voltamos ao ponto inicial: o desejo de ter sem poder.
Lembro meus tempos de criança, quando meu avô mostrava aquelas maravilhosas velharias, como a televisão de madeira, pesada, enorme e com aquele chuvisco em cinco dos oito canais. Contudo, era só colocar uma esponja de aço na ponta daquela enorme antena e estava tudo resolvido! “Que maravilha de imagem”. Hoje temos televisores de incontáveis polegadas que sequer necessitam de uma estante de mogno comprada em dez parcelas nas Casas Bahia: são os televisores de plasma, com milímetros de espessura, gigantes e leves, sem chuvisco, sem antena, conectadas via satélite por sinais eletromagnéticos. É...a tecnologia é realmente extraordinária.
Que dizer dos telefones celulares que servem para tirar fotos de celebridades em momentos indiscretos, namorados em lugares que não deveriam estar, ou o primeiro sorriso do filho mais novo? Ah! Também é utilizado para falar, de vez em quando. Ao comprarmos o último Nokia ou Motorola, com tecnologia 3G, câmera de 5 mega pixels, com capacidade de armazenar 5000 números de telefone na agenda telefônica, mais um cartão adicional de 4 GB, com tela touch screem de 5 polegadas... No outro dia será lançado um modelo com no mínimo o dobro da capacidade por R$ 1000,00 a mais? E nos sentimos as pessoas mais imbecis do mundo, por não ter esperado, porque claro que iriam inventar algo melhor! O fato é que por mais que tentemos, nunca estaremos completamente com a ultima geração de celulares ou de notebooks, veículos com GPS ou câmbio automático. Sempre existirá algo melhor. Talvez a resposta para tudo isso seja: comprem esses bens duráveis até o próximo lançamento. E será logo... eu diria até “será logo depois que você fechar esta compra”.
Nossos avós compravam móveis e eletrodomésticos para a vida toda. Quem nunca viu aquela geladeira Prosdócimo azul com pezinhos de metal? Ou aquele forno elétrico que a vovó faz bolos incomparáveis? Passados de mãe para filha até poucos anos atrás? Hoje as pessoas compram sabendo que em pouco tempo irão comprar de novo algo melhor. Que seriam das lojas e funcionários se vendessem bens duráveis para toda a vida? O que venderiam depois? Sorvete seco na saída de algum estádio... Ou doce de abóbora? Deixa quieto...
É o mesmo que falar dos casamentos de hoje que podem ser definidos como impulsos estimulados pelo desejo carnal e pela paixão arrebatadora que mora nas curvas das mulheres e nas contas de banco dos homens. Os padres logo irão mudar o discurso de felizes para sempre e até que a morte os separe por “os declaro marido e mulher até que os advogados os separem”, ou “os declaro marido e mulher até que aquele pedaço de mal caminho da secretária diga sim para você Carlão, ou o Roberto marombado rato de academia vá trocar a lâmpada da sua casa Suzana”...mas isso fica para o próximo artigo...
Não quero, contudo, dizer que a tecnologia não é importante...o texto trata apenas do comportamento compulsivo das pessoas que pela ânsia de serem os primeiros a comprar o televisor de penúltima geração (porque a última geração nunca será feita...sempre terá uma geração posterior) corre para uma loja e faz uma dívida astronômica por um ano ou mais para se sentir bem por ter adquirido algo novo. Tudo é descartável hoje em dia, ou pelo menos é a idéia que nos querem passar.
Bom... Compulsivos ou não continuaremos com essa competição contra o mercado por toda a vida: quanto mais fabricarem, mais iremos acumular carnês em casa. Só espero que não aconteça como na moda: que a cada época volta aos anos anteriores. Imagina só você chegando com a super máquina que não utiliza energia nem precisa de impressora e a coloca do lado do seu super computador de última geração, porque a moda agora é outra? Com tantas idas e vindas, seria no mínimo hilário...mas real.
“Vende-se máquina de última geração! Não é preciso energia elétrica, nem uma parafernália de fios nem impressora. Ao apertar suas teclas ela já imprime, automaticamente...” Sim... para você que já separou R$ 10 mil reais para comprá-la eu digo: parece piada, mas se trata de uma máquina de escrever. Econômica e com a mesma função do computador. Certo...meio exagerado, mas o fato é que é real. Já dizia um amigo meu...
Hoje a tecnologia nos ilude como uma paixão platônica. Nunca a alcançamos...quando pensamos que finalmente conseguimos, ela nos dá uma rasteira, nos mostrando que ela está muito longe de nós. Voltamos ao ponto inicial: o desejo de ter sem poder.
Lembro meus tempos de criança, quando meu avô mostrava aquelas maravilhosas velharias, como a televisão de madeira, pesada, enorme e com aquele chuvisco em cinco dos oito canais. Contudo, era só colocar uma esponja de aço na ponta daquela enorme antena e estava tudo resolvido! “Que maravilha de imagem”. Hoje temos televisores de incontáveis polegadas que sequer necessitam de uma estante de mogno comprada em dez parcelas nas Casas Bahia: são os televisores de plasma, com milímetros de espessura, gigantes e leves, sem chuvisco, sem antena, conectadas via satélite por sinais eletromagnéticos. É...a tecnologia é realmente extraordinária.
Que dizer dos telefones celulares que servem para tirar fotos de celebridades em momentos indiscretos, namorados em lugares que não deveriam estar, ou o primeiro sorriso do filho mais novo? Ah! Também é utilizado para falar, de vez em quando. Ao comprarmos o último Nokia ou Motorola, com tecnologia 3G, câmera de 5 mega pixels, com capacidade de armazenar 5000 números de telefone na agenda telefônica, mais um cartão adicional de 4 GB, com tela touch screem de 5 polegadas... No outro dia será lançado um modelo com no mínimo o dobro da capacidade por R$ 1000,00 a mais? E nos sentimos as pessoas mais imbecis do mundo, por não ter esperado, porque claro que iriam inventar algo melhor! O fato é que por mais que tentemos, nunca estaremos completamente com a ultima geração de celulares ou de notebooks, veículos com GPS ou câmbio automático. Sempre existirá algo melhor. Talvez a resposta para tudo isso seja: comprem esses bens duráveis até o próximo lançamento. E será logo... eu diria até “será logo depois que você fechar esta compra”.
Nossos avós compravam móveis e eletrodomésticos para a vida toda. Quem nunca viu aquela geladeira Prosdócimo azul com pezinhos de metal? Ou aquele forno elétrico que a vovó faz bolos incomparáveis? Passados de mãe para filha até poucos anos atrás? Hoje as pessoas compram sabendo que em pouco tempo irão comprar de novo algo melhor. Que seriam das lojas e funcionários se vendessem bens duráveis para toda a vida? O que venderiam depois? Sorvete seco na saída de algum estádio... Ou doce de abóbora? Deixa quieto...
É o mesmo que falar dos casamentos de hoje que podem ser definidos como impulsos estimulados pelo desejo carnal e pela paixão arrebatadora que mora nas curvas das mulheres e nas contas de banco dos homens. Os padres logo irão mudar o discurso de felizes para sempre e até que a morte os separe por “os declaro marido e mulher até que os advogados os separem”, ou “os declaro marido e mulher até que aquele pedaço de mal caminho da secretária diga sim para você Carlão, ou o Roberto marombado rato de academia vá trocar a lâmpada da sua casa Suzana”...mas isso fica para o próximo artigo...
Não quero, contudo, dizer que a tecnologia não é importante...o texto trata apenas do comportamento compulsivo das pessoas que pela ânsia de serem os primeiros a comprar o televisor de penúltima geração (porque a última geração nunca será feita...sempre terá uma geração posterior) corre para uma loja e faz uma dívida astronômica por um ano ou mais para se sentir bem por ter adquirido algo novo. Tudo é descartável hoje em dia, ou pelo menos é a idéia que nos querem passar.
Bom... Compulsivos ou não continuaremos com essa competição contra o mercado por toda a vida: quanto mais fabricarem, mais iremos acumular carnês em casa. Só espero que não aconteça como na moda: que a cada época volta aos anos anteriores. Imagina só você chegando com a super máquina que não utiliza energia nem precisa de impressora e a coloca do lado do seu super computador de última geração, porque a moda agora é outra? Com tantas idas e vindas, seria no mínimo hilário...mas real.
MENGAO TRI CAMPEÃO CARIOCAAAAA!!!!!!!





A torcida rubro-negra chegou confiante ao Maracanã e já cantando vitória: "Vamos ser campeões, vamos Flamengo". E antes mesmo de a bola rolar, a torcida rubro-negra já anunciava o que iria acontecer na tarde deste domingo. Só não espera sofrer tanto. O título teve, novamente, um herói. O goleiro Bruno defendeu três pênaltis (um de Victor Simões no tempo normal e outros dois, de Juninho e Leandro Guerreiro, na decisão por pênaltis) e como em 2007 virou o personagem da decisão. O Flamengo chegou a abrir 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Kleberson, mas permitiu a reação alvinegra no segundo tempo. Assim como no primeiro duelo, a partida terminou empatada por 2 a 2. Mas aí o camisa 1 rubro-negro fez a diferença, pegou dois pênaltis e o Fla garantiu o quinto tricampeonato de sua história ao vencer por 4 a 2.
Com o título, o Flamengo assumiu a hegemonia do futebol carioca. Com 31 conquistas, o Rubro-negro passou o Fluminense pela primeira vez na história. E se em 1999-2000-2001, a vítima foi o Vasco, desta vez será o Botafogo quem vai ficar com a sina de ter perdido as três finais seguidas.
O técnico Cuca se livrou do estigma de nunca ter conquistado um título importante na carreira. Em 2007 e 2008, o treinador foi vice-campeão com o Botafogo e após a conquista da Taça Guanabara escutou a antiga torcida gritar "Vice é o Cuca". Por outro lado, Ney Franco permanece com o incômodo tabu de jamais ter vencido o Flamengo em dez jogos disputados.
A partida deste domingo foi também a última da carreira do capitão rubro-negro Fábio Luciano. O zagueiro, que completou 34 anos na última quarta-feira e levantou a taça, prometeu encerrar a carreira após a decisão do Campeonato Carioca.
Kleberson, o senhor do primeiro tempo
Kleberson comemora o primeiro gol do Fla Parecendo não acreditar no time, a torcida alvinegra, mais uma vez, decepcionou. O setor amarelo da arquibancada estava completamente vazio. Por isso, a festa era rubro-negra, que gritava o nome de Adriano antes da partida. O Imperador acertou a volta ao clube esta semana.
Moeda para o alto e Juninho ganhou a disputa com Fábio Luciano. Parecia ser um bom sinal. O capitão alvinegro escolheu o campo do lado direito das cabines de rádio. E a partida começou com 12 minutos de atraso.
No Flamengo, Cuca surpreendeu ao barrar Zé Roberto e escalar o jovem Erick Flores no ataque ao lado de Emerson. Sem Maicosuel e Reinaldo, machucados, Ney Franco precisou mudar bastante o esquema do Botafogo. O treinador apostou no 3-6-1, com Victor Simões isolado no ataque. No início, a tática até deu certo. E nos primeiro 15 minutos, o Alvinegro chegava com mais perigo ao ataque. Leandro Guerreiro recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Para a sorte rubro-negra, a bola explodiu em Fábio Luciano e foi para fora.
Botafogo também arriscava com a chegada surpresa do zagueiro Juninho ao ataque. Nos primeiro minutos, o capitão alvinegro deu dois chutes contra o gol de Bruno da intermediária, mas sem direção. Nas cadeiras especiais, Reinaldo sofria.
- É muito ruim ficar fora do jogo. Mas tenho que passar força aos meus companheiros -disse o atacante alvinegro.
E o desespero aumentou quando Emerson errou uma cabeçada e permitiu um escanteio para o Flamengo. Justamente o zagueiro, que nos últimos dois jogos participou decisivamente de dois gols para o adversário. Na cobrança, Juan cruzou para a área e Renan saiu mal do gol. Leandro Guerreiro tocou de cabeça para o alto. A bola sobrou para Kleberson, que cabeceou encobrindo o goleiro. E Ronaldo Angelim deu um carrinho para completar para o fundo da rede. Flamengo 1 a 0.
Na comemoração, os jogadores correram para abraçar Kleberson. O juiz Péricles Bassols também apontou para o quatro árbitro creditar o gol para o meia. Mas o verdadeiro autor foi o zagueiro, que tocou na bola antes de ela entrar. E Angelim voltou para a defesa correndo sozinho, de braços abertos, em uma comemoração particular. Até o placar eletrônico anunciava o gol para Kleberson.
Após o gol, o Botafogo tentou buscar mais o ataque. Mas, desorganizado, não levava muito perigo. Aos 31 minutos, Tulio Souza cobrou uma falta de muito longe. Mas o goleiro Bruno estava antecipado pensando que a bola seria cruzada para a área e foi surpreendido. A bola encobriu o camisa 1 e bateu no travessão.
Mas o Alvinegro insistia cometer um erro fatal: fazer muitas faltas na entrada da área. Em uma delas, cobrada por Juan, Emerson quase desviou e o goleiro Renan espalmou no susto. Na segunda, não teve jeito. Em jogada ensaiada, Ibson rolou, Juan abriu as pernas para a bola passar e Kleberson apareceu soltando a bomba. A bola desviou em Alessandro, que saiu da barreira, e encobriu o goleiro Renan. Flamengo 2 a 0.
O clima esquentou. Nas cadeiras inferiores, policiais batiam covardemente em torcedores alvinegros. E o primeiro tempo terminou com o Flamengo com a taça na mão.
Victor Simões perde pênalti, mas o Botafogo reage
Túlio Souza comemora o gol de empate Para o segundo tempo, o técnico Ney Franco arriscou tudo. Tirou o zagueiro Emerson e colocou o meia-atacante Jean Carioca. E a sorte parecia mudar. Logo no primeiro minuto, Victor Simões chutou e Juan colocou a mão na bola dentro da área. O árbitro Péricles Bassols corretamente marcou pênalti.
O atacante pegou a bola para bater. Mas o chute foi fraco, no canto esquerdo. Bruno foi bem e defendeu. Os jogadores do Flamengo correram para abraçar o goleiro, que em 2007 brilhou na decisão de pênaltis contra o Botafogo. Na arquibancada, a torcida homenageava e gritava "Bruno é o melhor goleiro do Brasil".
O Botafogo não desanimou e partiu para o desespero. Victor Simões perdeu outra oportunidade dentro da área. Chute por cima do travessão. Aos 11 minutos, Cuca tirou Erick Flores e colocou Obina. Mas o Flamengo não melhorou.
E o que parecia improvável aconteceu. O Botafogo empatou em três minutos. Aos 16 minutos, falta na entrada da área do Flamengo. Juninho foi perfeito. Em vez da força, a categoria. Cobrança no ângulo direito de Bruno, que se esticou todo e não conseguiu tocar na bola. Um lindo gol. Aos 19, Leandro Guerreiro afastou um bola da defesa, Alessandro desviou e Túlio Souza surgiu livre na frente de Bruno. O meia tocou por cima do goleiro e empatou a partida: 2 a 2.
A pequena torcida alvinegra explodiu de alegria. Ney Franco pulou como um louco na área técnica. Já do outro lado, Cuca passava a mão na cabeça, reclamava, parecia não acreditar no que acontecia.
Após o gol, o Flamengo acordou. E usava a bola parada para pressionar. Toda falta perto da área era um desespero para a defesa alvinegra. Ibson chutou forte e Renan fez uma difícil defesa espalmando para fora.
O Botafogo passou, então, a segurar mais a bola e deixar o tempo passar. A pressão rubro-negra aumentou nos últimos cinco minutos. Ibson quase marcou em um chute da entrada da área. Depois, Josiel partiu livre pela esquerda e cruzou para Obina. Juninho cortou antes da conclusão. Aos 46, Juan cobrou falta. Dezessete jogadores na área. Renan espalmou para escanteio. Aos 48 minutos, o zagueiro Fábio Luciano tentou concluir para o gol com a mão. Acabou expulso. E o jogo terminou. A decisão iria para os pênaltis.
Bruno brilha e defende dois pênaltis
Com o fim da partida, o zagueiro Fábio Luciano voltou para o gramado e passou a dar força aos companheiros. A arbitragem errou feio ao permitir ao zagueiro, que foi expulso, ficar em campo. O capitão ficava ao lado de Cuca para escolher os cobradores. E participava ativamente da conversa com os jogadores. Sem ser incomodado por ninguém.
Os cinco cobradores do Flamengo foram escolhidos por Cuca: Kleberson, Juan, Aírton, Léo Moura e Ibson. Já Ney Franco optou por Léo Silva, Juninho, Gabriel, Leandro Guerreiro e Victor Simões.
O Flamengo começou a série. Kleberson chutou forte no canto direito de Renan, que ainda tocou na bola. Mas não defendeu: 1 a 0. Léo Silva veio em seguida e deslocou Bruno. Bola na esquerda, goleiro na direita: 1 a 1.
Juan foi o segundo rubro-negro. Boa cobrança no canto esquerdo: 2 a 1 Flamengo. Chegou a vez, então, do capitão Juninho. E o zagueiro, assim como na decisão por pênalti do Carioca de 2007, decepcionou. Uma bomba no meio, que o goleiro Bruno defendeu. O Rubro-negro ficava em vantagem.
Aírton aumentou o placar ao cobrar bem o terceiro pênalti. O garoto Gabriel diminuiu: 3 a 2.. O Botafogo dependia de um erro do Flamengo para seguir vivo na disputa. Mas Léo Moura bateu bem no ângulo: 4 a 2. Se Leandro Guerreiro perdesse a quarta cobrança, o título era do Flamengo. E o volante não suportou a pressão. Bateu mal, no canto direito, e Bruno defendeu. O Flamengo era tricampeão!!! Todos os jogadores correm para abraçar o camisa 1. E a torcida rubro-negra não perdoou: "Vice de novo!" gritou para os alvinegros, que saíam tristes do Maracanã. E anunciava orgulhosa com uma faixa na arquibancada: a hegemonia é nossa!
domingo, 1 de março de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Discurso de Barack Obama em 20/01/2009
"Meus co-cidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição.
Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação.
Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos.
Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta.
Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas.
Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados.
Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.
Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política.
Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.
Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi feita por meio de atalhos ou nos contentando com menos. Não foi um caminho para os de coração fraco – para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Em vez disso, foram aqueles que se arriscam, que fazem, que criam coisas – alguns celebrados mas com muito mais freqüência homens e mulheres obscuros em seu trabalho, que nos levaram ao longo do tortuoso caminho em direção à prosperidade e à liberdade.
Foi por nós que eles empacotaram suas poucas posses materiais e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.
Foi por nós que eles trabalharam nas fábricas precárias e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas e araram terra dura.
Foi por nós que eles lutaram e morreram em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.
Muitas e muitas vezes esses homens e mulheres se esforçaram e se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos ficassem arrebentadas para que nós pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como sendo algo maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.
Esta é uma jornada que continuamos hoje. Nós ainda somos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas nossa época de proteger patentes, de proteger interesses limitados e de adiar decisões desagradáveis – essa época com certeza já passou. A partir de hoje, temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho para refazer a América.
Porque, em todo lugar que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia pede ação ousada e rápida, e nós iremos agir – não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova fundação para o crescimento. Iremos construir as estradas e as pontes, as linhas elétricas e digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Iremos restaurar a ciência a seu lugar de direito e utilizaremos as maravilhas tecnológicas para melhorar a qualidade da saúde e diminuir seus custos. Nós iremos utilizar a energia do sol e dos ventos e do solo para impulsionar nossos carros e fábricas. E iremos transformar nossas escolas e faculdades para que eles estejam à altura dos requisitos da nova era. Nós podemos fazer tudo isso. E nós faremos tudo isso.
Agora, existem algumas pessoas que questionam a escala de nossas ambições – que sugerem que nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. A memória dessas pessoas é curta. Porque eles esquecem do que este país já fez; do que homens e mulheres livres pode conquistar quando a imaginação se une por um propósito comum e a necessidade se junta à coragem.
O que os cínicos não compreendem é que o contexto mudou totalmente – que os argumentos políticos arcaicos que nos consumiram por tanto tempo já não se aplicam. A questão que lançamos hoje não é se nosso governo é grande ou pequeno demais, mas se ele funciona – se ele ajuda famílias a encontrar trabalho por um salário justo, seguro-saúde que possam pagar, uma aposentadoria digna. Se a resposta for sim, iremos adiante. Se for não, programas acabarão. E aqueles dentre nós que gerenciam o dólar público serão cobrados – para que gastem de forma inteligente, consertem maus hábitos e façam seus negócios à luz do dia – porque só então conseguirmos restabelecer a confiança vital entre as pessoas e seu governo.
Nem a questão diante de nós é se o mercado é uma força positiva ou negativa. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade não tem paralelo, mas esta crise nos lembrou de que, sem um olho vigilante, o mercado pode perder o controle – e a nação não pode mais prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; em nossa habilidade de estender a oportunidade a todos os corações que estiverem dispostos – não por caridade, mas porque esta é a rota mais certa para o bem comum.
Quanto à nossa defesa comum, nós rejeitamos como falsa a escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os Fundadores de Nossa Nação, que encararam perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um documento para assegurar o governo pela lei e os direitos dos homens, expandidos pelo sangue das gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não desistiremos deles por conveniência. Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.
Lembrem-se de que gerações que nos antecederam enfrentaram o fascismo e o comunismo, não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles compreendiam que o poder sozinho não pode nos proteger e nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles sabiam que nosso poder cresce pro meio de sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça de nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e do auto-controle.
Somos os guardiões desse legado. Mais uma vez, guiados por esses princípios, podemos encarar essas novas ameaças, que exigem esforços ainda maiores – ainda mais cooperação e compreensão entre nações. Nós começaremos a deixar o Iraque para seu povo de forma responsável e forjaremos uma paz conquistada arduamente no Afeganistão. Com velhos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear e afastar a ameaça de um planeta cada vez mais quente. Nós não iremos nos desculpar por nosso estilo devido, nem iremos vacilar em sua defesa, e para aqueles que buscam aperfeiçoar sua pontaria induzindo terror e matando inocentes, dizemos a vocês agora que nosso espírito não pode ser quebrado; vocês não podem durar mais do que nós, e nós iremos derrotá-los.
Porque nós sabemos que nossa herança multirracial é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e de pessoas que não possuem crenças. Nós somos moldados por todas as línguas e culturas, trazidas de todos os confins da terra; e porque já experimentamos o gosto amargo da Guerra Civil e da segregação e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos evitar de acreditar que os velhos ódios um dia irão passar; que as linhas que dividem tribos em breve irão se dissolver; que, conforme o mundo fica menor, nossa humanidade em comum irá se revelar; e que a América deve desempenhar seu papel nos conduzir a essa nova era de paz.
Para o mundo muçulmano, nós buscamos uma nova forma de evoluir, baseada em interesses e respeito mútuos. Àqueles líderes ao redor do mundo que buscam semear o conflito ou culpar o Ocidente pelos males da sociedade – saibam que seus povos irão julgá-los pelo que podem construir, não pelo que podem destruir. Àqueles que se agarram ao poder pela corrupção, pela falsidade, silenciando os que discordam deles, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas nós estenderemos uma mão se estiverem dispostos a abrir seus punhos.
Às pessoas das nações pobres, nós juramos trabalhar a seu lado para fazer com que suas fazendas floresçam e para deixar que fluam águas limpas; para nutrir corpos esfomeados e alimentar mentes famintas. E, para aqueles cujas nações, como a nossa, desfrutam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais tolerar a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com o efeito disso. Porque o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele.
Enquanto pensamos a respeito da estrada que agora se estende diante de nós, nos lembramos com humilde gratidão dos bravos americanos que, neste exato momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos contar hoje, do mesmo modo que os heróis que tombaram em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir a outros; uma disposição para encontrar um significado em algo maior do que eles mesmos. E ainda assim, neste momento – um momento que irá definir nossa geração – é exatamente esse espírito que deve estar presente em todos nós.
Por mais que um governo possa e deva fazer, é em última análise na fé e na determinação do povo americano que esta nação confia. É a bondade de acolher um estranho quando as represas arrebentam, o desprendimento de trabalhadores que preferem diminuir suas horas de trabalho a ver um amigo perder o emprego que nos assistem em nossas horas mais sombrias. É a coragem de um bombeiro para invadir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai para criar uma criança que finalmente decidem nosso destino.
Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais as enfrentamos podem ser novos. Mas os valores dos quais nosso sucesso depende – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas cosias são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas foram a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que é exigido então é um retorno a essas verdades. O que é pedido a nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento por parte de todo americano, de que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos rancorosamente, mas que, pelo contrário, abraçamos com alegria, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para o espírito e que defina tanto nosso caráter do que dar tudo de nós mesmos numa tarefa difícil.
Esse é o preço e a promessa da cidadania.
Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto.
Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento.
Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: "Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.
América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras."
Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação.
Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos.
Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta.
Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas.
Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados.
Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.
Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política.
Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.
Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi feita por meio de atalhos ou nos contentando com menos. Não foi um caminho para os de coração fraco – para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Em vez disso, foram aqueles que se arriscam, que fazem, que criam coisas – alguns celebrados mas com muito mais freqüência homens e mulheres obscuros em seu trabalho, que nos levaram ao longo do tortuoso caminho em direção à prosperidade e à liberdade.
Foi por nós que eles empacotaram suas poucas posses materiais e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.
Foi por nós que eles trabalharam nas fábricas precárias e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas e araram terra dura.
Foi por nós que eles lutaram e morreram em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.
Muitas e muitas vezes esses homens e mulheres se esforçaram e se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos ficassem arrebentadas para que nós pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como sendo algo maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.
Esta é uma jornada que continuamos hoje. Nós ainda somos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas nossa época de proteger patentes, de proteger interesses limitados e de adiar decisões desagradáveis – essa época com certeza já passou. A partir de hoje, temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho para refazer a América.
Porque, em todo lugar que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia pede ação ousada e rápida, e nós iremos agir – não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova fundação para o crescimento. Iremos construir as estradas e as pontes, as linhas elétricas e digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Iremos restaurar a ciência a seu lugar de direito e utilizaremos as maravilhas tecnológicas para melhorar a qualidade da saúde e diminuir seus custos. Nós iremos utilizar a energia do sol e dos ventos e do solo para impulsionar nossos carros e fábricas. E iremos transformar nossas escolas e faculdades para que eles estejam à altura dos requisitos da nova era. Nós podemos fazer tudo isso. E nós faremos tudo isso.
Agora, existem algumas pessoas que questionam a escala de nossas ambições – que sugerem que nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. A memória dessas pessoas é curta. Porque eles esquecem do que este país já fez; do que homens e mulheres livres pode conquistar quando a imaginação se une por um propósito comum e a necessidade se junta à coragem.
O que os cínicos não compreendem é que o contexto mudou totalmente – que os argumentos políticos arcaicos que nos consumiram por tanto tempo já não se aplicam. A questão que lançamos hoje não é se nosso governo é grande ou pequeno demais, mas se ele funciona – se ele ajuda famílias a encontrar trabalho por um salário justo, seguro-saúde que possam pagar, uma aposentadoria digna. Se a resposta for sim, iremos adiante. Se for não, programas acabarão. E aqueles dentre nós que gerenciam o dólar público serão cobrados – para que gastem de forma inteligente, consertem maus hábitos e façam seus negócios à luz do dia – porque só então conseguirmos restabelecer a confiança vital entre as pessoas e seu governo.
Nem a questão diante de nós é se o mercado é uma força positiva ou negativa. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade não tem paralelo, mas esta crise nos lembrou de que, sem um olho vigilante, o mercado pode perder o controle – e a nação não pode mais prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; em nossa habilidade de estender a oportunidade a todos os corações que estiverem dispostos – não por caridade, mas porque esta é a rota mais certa para o bem comum.
Quanto à nossa defesa comum, nós rejeitamos como falsa a escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os Fundadores de Nossa Nação, que encararam perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um documento para assegurar o governo pela lei e os direitos dos homens, expandidos pelo sangue das gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não desistiremos deles por conveniência. Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.
Lembrem-se de que gerações que nos antecederam enfrentaram o fascismo e o comunismo, não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles compreendiam que o poder sozinho não pode nos proteger e nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles sabiam que nosso poder cresce pro meio de sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça de nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e do auto-controle.
Somos os guardiões desse legado. Mais uma vez, guiados por esses princípios, podemos encarar essas novas ameaças, que exigem esforços ainda maiores – ainda mais cooperação e compreensão entre nações. Nós começaremos a deixar o Iraque para seu povo de forma responsável e forjaremos uma paz conquistada arduamente no Afeganistão. Com velhos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear e afastar a ameaça de um planeta cada vez mais quente. Nós não iremos nos desculpar por nosso estilo devido, nem iremos vacilar em sua defesa, e para aqueles que buscam aperfeiçoar sua pontaria induzindo terror e matando inocentes, dizemos a vocês agora que nosso espírito não pode ser quebrado; vocês não podem durar mais do que nós, e nós iremos derrotá-los.
Porque nós sabemos que nossa herança multirracial é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e de pessoas que não possuem crenças. Nós somos moldados por todas as línguas e culturas, trazidas de todos os confins da terra; e porque já experimentamos o gosto amargo da Guerra Civil e da segregação e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos evitar de acreditar que os velhos ódios um dia irão passar; que as linhas que dividem tribos em breve irão se dissolver; que, conforme o mundo fica menor, nossa humanidade em comum irá se revelar; e que a América deve desempenhar seu papel nos conduzir a essa nova era de paz.
Para o mundo muçulmano, nós buscamos uma nova forma de evoluir, baseada em interesses e respeito mútuos. Àqueles líderes ao redor do mundo que buscam semear o conflito ou culpar o Ocidente pelos males da sociedade – saibam que seus povos irão julgá-los pelo que podem construir, não pelo que podem destruir. Àqueles que se agarram ao poder pela corrupção, pela falsidade, silenciando os que discordam deles, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas nós estenderemos uma mão se estiverem dispostos a abrir seus punhos.
Às pessoas das nações pobres, nós juramos trabalhar a seu lado para fazer com que suas fazendas floresçam e para deixar que fluam águas limpas; para nutrir corpos esfomeados e alimentar mentes famintas. E, para aqueles cujas nações, como a nossa, desfrutam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais tolerar a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com o efeito disso. Porque o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele.
Enquanto pensamos a respeito da estrada que agora se estende diante de nós, nos lembramos com humilde gratidão dos bravos americanos que, neste exato momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos contar hoje, do mesmo modo que os heróis que tombaram em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir a outros; uma disposição para encontrar um significado em algo maior do que eles mesmos. E ainda assim, neste momento – um momento que irá definir nossa geração – é exatamente esse espírito que deve estar presente em todos nós.
Por mais que um governo possa e deva fazer, é em última análise na fé e na determinação do povo americano que esta nação confia. É a bondade de acolher um estranho quando as represas arrebentam, o desprendimento de trabalhadores que preferem diminuir suas horas de trabalho a ver um amigo perder o emprego que nos assistem em nossas horas mais sombrias. É a coragem de um bombeiro para invadir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai para criar uma criança que finalmente decidem nosso destino.
Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais as enfrentamos podem ser novos. Mas os valores dos quais nosso sucesso depende – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas cosias são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas foram a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que é exigido então é um retorno a essas verdades. O que é pedido a nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento por parte de todo americano, de que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos rancorosamente, mas que, pelo contrário, abraçamos com alegria, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para o espírito e que defina tanto nosso caráter do que dar tudo de nós mesmos numa tarefa difícil.
Esse é o preço e a promessa da cidadania.
Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto.
Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento.
Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: "Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.
América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras."
AOS MEUS AMIGOS QUERIDOS!!!!
Gratidão de Amigo!
Pela amizade que você me vota,
por meus defeitos que você nem nota...
Por meus valores que você aumenta,
por minha fé que você alimenta...
Por esta paz que nós nos transmitimos,
por este pão de amor que repartimos....
Pelo silêncio que diz quase tudo,
por este olhar que me reprova mudo....
Pela pureza dos seus sentimentos,
pela presença em todos os momentos...
Por ser presente, mesmo quando ausente,
por ser feliz quando me vê contente...
Por este olhar que diz:
“Amigo, vá em frente!”
Por ficar triste, quando estou tristonho,
por rir comigo quando estou risonho....
Por repreender-me, quando estou errado,
por meu segredo, sempre bem guardado....
Por seu segredo, que só eu conheço,
por achar que apenas eu mereço....
Por me apontar para DEUS a todo instante,
por esse amor fraterno tão constante....
Por tudo isso e muito mais eu digo:
DEUS TE ABENÇOE, MEU QUERIDO AMIGO!”
Pela amizade que você me vota,
por meus defeitos que você nem nota...
Por meus valores que você aumenta,
por minha fé que você alimenta...
Por esta paz que nós nos transmitimos,
por este pão de amor que repartimos....
Pelo silêncio que diz quase tudo,
por este olhar que me reprova mudo....
Pela pureza dos seus sentimentos,
pela presença em todos os momentos...
Por ser presente, mesmo quando ausente,
por ser feliz quando me vê contente...
Por este olhar que diz:
“Amigo, vá em frente!”
Por ficar triste, quando estou tristonho,
por rir comigo quando estou risonho....
Por repreender-me, quando estou errado,
por meu segredo, sempre bem guardado....
Por seu segredo, que só eu conheço,
por achar que apenas eu mereço....
Por me apontar para DEUS a todo instante,
por esse amor fraterno tão constante....
Por tudo isso e muito mais eu digo:
DEUS TE ABENÇOE, MEU QUERIDO AMIGO!”
hehehehe pra descontrair um pouco! Mto boa!
CROCHÊ
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro.
Eles tinham conversado sobre tudo.
Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.
Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE
Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido,
amor para perdoá-lo e
paciência para aturá-lo, Senhor,
porque, se eu pedir força, eu bato nele até matar.
Afinal, Senhor, eu não sei fazer crochê.
Amém
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro.
Eles tinham conversado sobre tudo.
Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.
Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE
Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido,
amor para perdoá-lo e
paciência para aturá-lo, Senhor,
porque, se eu pedir força, eu bato nele até matar.
Afinal, Senhor, eu não sei fazer crochê.
Amém
Almas Perfumadas - Carlos Drummond de Andrade
Pro meu amor tbm!!!
Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.
De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça.
Lambuzando o queixo de sorvete.
Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume
que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente como você que nem percebe como tem a alma Perfumada!
E que esse perfume é dom de Deus.
Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.
De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça.
Lambuzando o queixo de sorvete.
Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume
que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Tem gente como você que nem percebe como tem a alma Perfumada!
E que esse perfume é dom de Deus.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Simplesmente lindo!
É o medo e o desejo
É a desconfiança e a esperança
É o grito e o silêncio
É o gelo derretendo o fogo
Eu e você, frente e frente, é ter sempre que me confrontar
Encarar os meus erros, os meus acertos, as minhas verdades e as minhas ilusões
O meu poder e a minha impotência
A minha liberdade e os meus limites
Quando eu estou na sua frente eu sinto toda a minha dor...
Mas só na sua frente eu posso sentir todo o meu amor!
Meu coração...sem direção...voando só por voar
Sem saber aonde chegar
Sonhando em te encontrar, e as estrelas que hoje eu descobri no seu olhar!
As estrelas vão me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores por onde eu vim
Dentro do meu coração!
Hoje eu sei, eu te amei, no vento de um temporal
Mas fui mais, muito além, do tempo do vendaval
E os desejos, de um beijo que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal...
É a desconfiança e a esperança
É o grito e o silêncio
É o gelo derretendo o fogo
Eu e você, frente e frente, é ter sempre que me confrontar
Encarar os meus erros, os meus acertos, as minhas verdades e as minhas ilusões
O meu poder e a minha impotência
A minha liberdade e os meus limites
Quando eu estou na sua frente eu sinto toda a minha dor...
Mas só na sua frente eu posso sentir todo o meu amor!
Meu coração...sem direção...voando só por voar
Sem saber aonde chegar
Sonhando em te encontrar, e as estrelas que hoje eu descobri no seu olhar!
As estrelas vão me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores por onde eu vim
Dentro do meu coração!
Hoje eu sei, eu te amei, no vento de um temporal
Mas fui mais, muito além, do tempo do vendaval
E os desejos, de um beijo que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal...
As seeete maravilhas do mundo!!!!
Virou febre o mundo inteiro entrou na rede de votar numa enquete global sobre as 7 Novas Maravilhas do Mundo, em uma tentativa de atualizar a lista original, concebida pelo poeta grego Antíparo de Sidon, 150 anos a.C.
Existem coisas muuuito belas meeesmo no mundo pra se conhecer!!! Ai ai!
1 - A GRANDE MURALHA: O triunfo da grandiosidade sobre a beleza
Não, ela não pode ser vista do espaço, como apregoaram, por muito tempo, os exagerados e os ufanistas. Mas sua dimensão é tamanha que não deixou dúvida em nosso júri. A Grande Muralha da China foi eleita a principal Maravilha do Mundo, ainda que — como lembra Mr. Miles em sua página deste mês — não tenha sido concebida com nenhum propósito edificante. Seus 6.350 quilômetros de paredões e torres (ou 6.700, segundo outras contagens) constituem-se na mais formidável obra militar de todos os tempos e — acredite! — foram construídos em apenas dez anos de trabalho, por volta de 220 a.C. A empreitada, ordenada pelo déspota Qin Shi Huangdi, envolveu, supostamente, 300.000 trabalhadores, entre camponeses, presos políticos e soldados.
Custou tantas vidas que, por séculos, a Muralha foi conhecida como o maior cemitério da Terra. Agora, redimida de seus pecados pela passagem do tempo, a grande fortaleza chinesa, é uma maravilha numérica. Com 9 metros de altura em quase toda a sua extensão; com 5,5 metros de espessura (o suficiente para permitir que uma infantaria marchasse sobre ela); com observatórios sempre a 12 metros do solo. E com 306 pontos para vencer esta enquete.
2 – PIRÂMIDES: Um segredo de 4.627 anos
O tempo não poupou nem mesmo a única das 7 Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé. As Pirâmides de Gizé, no Egito, já foram ainda mais imponentes. Quéops, a maior delas, media originalmente impávidos 146 metros. A passagem dos milênios roubou-lhe 6 metros. Quéfren, a segunda maior pirâmide, chegava a 143 metros. Hoje está com 135. Já Miquerinos, a menorzinha — se e que cabe a expressão — tinha 66 metros de altura. Agora bate nos 63.
Bem, quando se sabe que Quéops acaba de comemorar o 4.627º aniversário, até que ela ainda está em boa forma. A data de sua construção é fato consumado. O que ninguém consegue saber até hoje, apesar do desenvolvimento tecnológico, é como Quéops foi erguida. Os faraós levaram o segredo para algumas das 62 tumbas do Vale dos Reis. Cada bloco de Quéops pesa cerca de 3 toneladas. Quando se sabe que a maior pirâmide consumiu mais de 2,3 milhões desses blocos...
3 - MACHU PICCHU: A insuportável beleza do mistério
Uma cidade abandonada escondida entre picos, no meio da selva, ao lado da Amazônia. Evidências de que, entre cada dez pessoas que ali viveram, nove eram mulheres. Surpreendentes confirmações de que muitas de suas pedras e templos foram colocadas de acordo com posições precisas do Sol e da Lua, fazendo supor uma sociedade de experts em astronomia. Nenhum registro escrito, oferecendo mais espaço para especulações do que para afirmações. Todas essas características tornam Machu Picchu uma das maravilhas do mundo – e você pode até esquecer a estupenda paisagem, com colossais abismos sobre o Rio Urubamba, que serpenteia muito abaixo
A cidade perdida dos incas ainda e um dos mais deliciosos mistérios do planeta. Supõe-se que foi construída no século 15, mas nem sequer seu verdadeiro nome é conhecido (Machu Picchu, que significa Morro Velho, foi emprestado do pico que a enfeita). Ou sua função. Alguns defendem que foi um santuário. Outros julgam que funcionou como escola de astronomia. Mas é tudo teoria. O certo mesmo é que ninguém passa por esse lugar sem sentir arrepios genuínos. Ou sem se encantar com sua beleza brutal e enigmática.
4 - CRISTO REDENTOR: Um voto com liberdade poética
Braços abertos sobre a Baía de Guanabara. E sobre o mundo. O Cristo, pelo menos para nossos eleitores, é mesmo uma maravilha e ainda que se conteste o valor artístico da obra projetada por Heitor da Silva Costa e talhada pelo escultor polonês Paul Landowski, ninguém há de discutir o capricho de sua localização, 710 metros acima da mais bela paisagem urbana do mundo.
A vitória, todos sabem, é do Corcovado, mas que se permita uma liberdade poética nesse escrutínio — e se de um crédito também ao Filho do Senhor, possivelmente satisfeito com o panorama que descortina. Com 30 metros de altura e o mesmo tanto de envergadura, o Redentor do Rio é também o algoz dos fotógrafos amadores, que não conseguem fazê-lo caber em seus cliques, a não ser de muito longe.
5 - ACRÓPOLE: A indestrutível glória de Atenas
A Acrópole é o símbolo da Grécia e uma das imagens mais conhecidas do mundo, sobretudo, graças ao inconfundível Parthenon, o templo em homenagem à deusa Atena. Ele, por sua vez, destaca-se não apenas pela imponência, mas também pelo valor artístico. Foi construído cinco séculos a.C. Mas engana-se quem pensa que a Acrópole só apareceu nos mapas por aquela época. Sabe-se, hoje, que a colina, 150 metros acima do nível do mar, ladeada por um paredão rochoso, era ocupada por humanos desde a Idade da Pedra, havia 5000 anos. Uma fortaleza natural, abrigo certo em caso de invasão.
6 - TAJ MAHAL: O maior amor da história
"Foi a mais linda história de amor", cantou Jorge quando ainda assinava Ben. Faz sentido. O príncipe Shah Jehan tinha 21 anos quando se apaixonou por Mumtaz Mahal, de 19. Bastou para largar um harém e dedicar-se totalmente a ela. A princesa, contudo, morreu aos 36 anos, durante o parto do 14º rebento. Inconsolável, Shah Jehan imbuiu-se de uma empreitada obsessiva: construir em Agra, na Índia, o mais belo mausoléu possível.
De 1631 a 1653, ele comandou 20.000 homens. Mármore, ônix, esmeraldas, os mais refinados materiais foram importados. Jehan não poupou níquel. Diante da obra, mandou construir 16 jardins e 53 fontes. Era a maneira de mostrar o ano da finalização. Terminada a maravilha de 73 metros de altura, Jehan avisou aos filhos que iniciaria a construção de seu próprio mausoléu, bem ao lado. Seus herdeiros, porém, temendo que torrasse o que restara da fortuna, resolveram detê-lo. Jehan foi encarcerado em 1658. Morreu oito anos depois. Gastou os anos de prisão observando, pela janela, o reflexo do túmulo da amada eterna.
7 – COLISEU: O estádio das multidões
Quando o Anfiteatro Flaviano foi inaugurado pelo imperador Tito, no ano 80 de nossa era, ele era o Maracanã, de Roma. Naquela tarde (um domingo, supõe-se), cerca de 50000 espectadores espremeram-se nas arquibancadas de pedra para ver uma seqüência de combates que opunha, dizem, 5 000 feras a um número indefinido de gladiadores, com placar amplamente favorável a esses últimos. Entre os animais havia, é claro, ferozes leões e touros arfantes, mas, também, inofensivos cervos e avestruzes. Só muitos séculos depois, o sangrento estádio passaria a ser conhecido como Coliseu (Colosseum), mas o fato de continuar de pé, no coração de uma metrópole, 2 milênios após sua inauguração, está na raiz de sua condição de "Maravilha do Mundo".
Por muito tempo, acreditou-se que cristãos houvessem sido sacrificados no palco do Coliseu, mas hoje essa teoria é cada vez menos aceita. Dos velhos tempos restaram apenas os gladiadores. Ou cidadãos fantasiados como tal, que cobram para tirar foto com os turistas.
Existem coisas muuuito belas meeesmo no mundo pra se conhecer!!! Ai ai!
1 - A GRANDE MURALHA: O triunfo da grandiosidade sobre a beleza
Não, ela não pode ser vista do espaço, como apregoaram, por muito tempo, os exagerados e os ufanistas. Mas sua dimensão é tamanha que não deixou dúvida em nosso júri. A Grande Muralha da China foi eleita a principal Maravilha do Mundo, ainda que — como lembra Mr. Miles em sua página deste mês — não tenha sido concebida com nenhum propósito edificante. Seus 6.350 quilômetros de paredões e torres (ou 6.700, segundo outras contagens) constituem-se na mais formidável obra militar de todos os tempos e — acredite! — foram construídos em apenas dez anos de trabalho, por volta de 220 a.C. A empreitada, ordenada pelo déspota Qin Shi Huangdi, envolveu, supostamente, 300.000 trabalhadores, entre camponeses, presos políticos e soldados.
Custou tantas vidas que, por séculos, a Muralha foi conhecida como o maior cemitério da Terra. Agora, redimida de seus pecados pela passagem do tempo, a grande fortaleza chinesa, é uma maravilha numérica. Com 9 metros de altura em quase toda a sua extensão; com 5,5 metros de espessura (o suficiente para permitir que uma infantaria marchasse sobre ela); com observatórios sempre a 12 metros do solo. E com 306 pontos para vencer esta enquete.
2 – PIRÂMIDES: Um segredo de 4.627 anos
O tempo não poupou nem mesmo a única das 7 Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé. As Pirâmides de Gizé, no Egito, já foram ainda mais imponentes. Quéops, a maior delas, media originalmente impávidos 146 metros. A passagem dos milênios roubou-lhe 6 metros. Quéfren, a segunda maior pirâmide, chegava a 143 metros. Hoje está com 135. Já Miquerinos, a menorzinha — se e que cabe a expressão — tinha 66 metros de altura. Agora bate nos 63.
Bem, quando se sabe que Quéops acaba de comemorar o 4.627º aniversário, até que ela ainda está em boa forma. A data de sua construção é fato consumado. O que ninguém consegue saber até hoje, apesar do desenvolvimento tecnológico, é como Quéops foi erguida. Os faraós levaram o segredo para algumas das 62 tumbas do Vale dos Reis. Cada bloco de Quéops pesa cerca de 3 toneladas. Quando se sabe que a maior pirâmide consumiu mais de 2,3 milhões desses blocos...
3 - MACHU PICCHU: A insuportável beleza do mistério
Uma cidade abandonada escondida entre picos, no meio da selva, ao lado da Amazônia. Evidências de que, entre cada dez pessoas que ali viveram, nove eram mulheres. Surpreendentes confirmações de que muitas de suas pedras e templos foram colocadas de acordo com posições precisas do Sol e da Lua, fazendo supor uma sociedade de experts em astronomia. Nenhum registro escrito, oferecendo mais espaço para especulações do que para afirmações. Todas essas características tornam Machu Picchu uma das maravilhas do mundo – e você pode até esquecer a estupenda paisagem, com colossais abismos sobre o Rio Urubamba, que serpenteia muito abaixo
A cidade perdida dos incas ainda e um dos mais deliciosos mistérios do planeta. Supõe-se que foi construída no século 15, mas nem sequer seu verdadeiro nome é conhecido (Machu Picchu, que significa Morro Velho, foi emprestado do pico que a enfeita). Ou sua função. Alguns defendem que foi um santuário. Outros julgam que funcionou como escola de astronomia. Mas é tudo teoria. O certo mesmo é que ninguém passa por esse lugar sem sentir arrepios genuínos. Ou sem se encantar com sua beleza brutal e enigmática.
4 - CRISTO REDENTOR: Um voto com liberdade poética
Braços abertos sobre a Baía de Guanabara. E sobre o mundo. O Cristo, pelo menos para nossos eleitores, é mesmo uma maravilha e ainda que se conteste o valor artístico da obra projetada por Heitor da Silva Costa e talhada pelo escultor polonês Paul Landowski, ninguém há de discutir o capricho de sua localização, 710 metros acima da mais bela paisagem urbana do mundo.
A vitória, todos sabem, é do Corcovado, mas que se permita uma liberdade poética nesse escrutínio — e se de um crédito também ao Filho do Senhor, possivelmente satisfeito com o panorama que descortina. Com 30 metros de altura e o mesmo tanto de envergadura, o Redentor do Rio é também o algoz dos fotógrafos amadores, que não conseguem fazê-lo caber em seus cliques, a não ser de muito longe.
5 - ACRÓPOLE: A indestrutível glória de Atenas
A Acrópole é o símbolo da Grécia e uma das imagens mais conhecidas do mundo, sobretudo, graças ao inconfundível Parthenon, o templo em homenagem à deusa Atena. Ele, por sua vez, destaca-se não apenas pela imponência, mas também pelo valor artístico. Foi construído cinco séculos a.C. Mas engana-se quem pensa que a Acrópole só apareceu nos mapas por aquela época. Sabe-se, hoje, que a colina, 150 metros acima do nível do mar, ladeada por um paredão rochoso, era ocupada por humanos desde a Idade da Pedra, havia 5000 anos. Uma fortaleza natural, abrigo certo em caso de invasão.
6 - TAJ MAHAL: O maior amor da história
"Foi a mais linda história de amor", cantou Jorge quando ainda assinava Ben. Faz sentido. O príncipe Shah Jehan tinha 21 anos quando se apaixonou por Mumtaz Mahal, de 19. Bastou para largar um harém e dedicar-se totalmente a ela. A princesa, contudo, morreu aos 36 anos, durante o parto do 14º rebento. Inconsolável, Shah Jehan imbuiu-se de uma empreitada obsessiva: construir em Agra, na Índia, o mais belo mausoléu possível.
De 1631 a 1653, ele comandou 20.000 homens. Mármore, ônix, esmeraldas, os mais refinados materiais foram importados. Jehan não poupou níquel. Diante da obra, mandou construir 16 jardins e 53 fontes. Era a maneira de mostrar o ano da finalização. Terminada a maravilha de 73 metros de altura, Jehan avisou aos filhos que iniciaria a construção de seu próprio mausoléu, bem ao lado. Seus herdeiros, porém, temendo que torrasse o que restara da fortuna, resolveram detê-lo. Jehan foi encarcerado em 1658. Morreu oito anos depois. Gastou os anos de prisão observando, pela janela, o reflexo do túmulo da amada eterna.
7 – COLISEU: O estádio das multidões
Quando o Anfiteatro Flaviano foi inaugurado pelo imperador Tito, no ano 80 de nossa era, ele era o Maracanã, de Roma. Naquela tarde (um domingo, supõe-se), cerca de 50000 espectadores espremeram-se nas arquibancadas de pedra para ver uma seqüência de combates que opunha, dizem, 5 000 feras a um número indefinido de gladiadores, com placar amplamente favorável a esses últimos. Entre os animais havia, é claro, ferozes leões e touros arfantes, mas, também, inofensivos cervos e avestruzes. Só muitos séculos depois, o sangrento estádio passaria a ser conhecido como Coliseu (Colosseum), mas o fato de continuar de pé, no coração de uma metrópole, 2 milênios após sua inauguração, está na raiz de sua condição de "Maravilha do Mundo".
Por muito tempo, acreditou-se que cristãos houvessem sido sacrificados no palco do Coliseu, mas hoje essa teoria é cada vez menos aceita. Dos velhos tempos restaram apenas os gladiadores. Ou cidadãos fantasiados como tal, que cobram para tirar foto com os turistas.
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